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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Veja 10 piores razões para ser um chefe medíocre



18-11-2011
Você tem desculpas, ou melhor, “razões”, para não ser um chefe melhor? Pablo Aversa, sócio-fundador da Alliance Coaching, aponta as dez piores. Veja se reconhece algumas delas:
1. “Estou sob uma incrível pressão de cima” – É claro que está. Bem-vindo ao clube dos gestores. Todo chefe está entre a cruz (os funcionários) e a espada (a gerência superior). Se as “demandas de cima” parecem avassaladoras e distanciam você dos seus subordinados diretos, faça com que eles se envolvam mais com seus projetos e responsabilidades. Eles ficarão felizes em poder ajudar, especialmente se nesse processo ganharem habilidades e visibilidade.
2. “Não ganho o suficiente para lidar com esse tipo de coisa” – Você está certo. Grandes líderes são sub-remunerados e subvalorizados de forma crônica – e isso não vai mudar. Mas grandes chefes se realizam elogiando, desenvolvendo, mentoreando e ajudando funcionários a alcançar as metas deles como parte do seu pacote total de benefícios. Se você não enxerga a questão dessa forma, largue o seu papel de gestor ou estará permanentemente insatisfeito.
3. “Meus funcionários trabalham melhor quando os deixo sozinhos” – Se isso acontece, significa que você é o problema. Funcionários fora de série não necessitam (nem mesmo querem) que lhe digam o que fazer, mas efetivamente precisam escutar que fazem um grande trabalho e aprender sobre novos caminhos ou estratégias. Todo mundo gosta de certa quantidade de atenção. Mas assegure-se de que a atenção que você dá cria um impacto positivo.
4. “Este processo foi criado por alguém que não tinha que implementá-lo” – Geralmente é verdade. Por exemplo: muitos especialistas de RH nunca tiveram um papel de liderança no chão da fábrica, mas isso não significa que certas iniciativas não valham a pena. Talvez não goste de elaborar planos de desenvolvimento, mas isso não lhe dá o direito de fingir que está trabalhando nisso.
Dê duro para se assegurar de que seus planos realmente aprimoram seus funcionários. E, se não gostar de uma política ou diretriz, não a ignore. Trabalhe para torná-la melhor. Afinal, é responsabilidade de todo chefe certificar-se de que as normas da empresa protegem e promovem os interesses dos funcionários (ao menos na medida do possível).
5. “Neste lugar tem política demais” – A política corporativa é sem dúvida um fator, mas as pessoas que reclamam sobre como essa política corporativa as atrapalham são geralmente aquelas que costumam assumir a menor parcela de responsabilidade em relação às suas próprias carreiras. Sem dúvida, algumas vezes é necessário se preocupar com a imagem, mas normalmente o desempenho supera a percepção. Além disso, você não consegue controlar a percepção das pessoas, mas sim o seu desempenho – especialmente a maneira como ele impacta a sua equipe.
6. “Se ele obtiver muito crédito, vou ficar mal na foto” – Não fique com medo dos seus subordinados o ofuscarem. Ao contrário, a sua meta é ter subordinados que o ofusquem. Grandes líderes estão rodeados por talentos fora de série: afinal, é assim que são reconhecidos como grandes líderes. Quanto melhor o time e os indivíduos que compõem a equipe, melhor você fica na foto.
7. “Não devia ter que elogiar as pessoas por fazerem o seu trabalho” – Devia, sim. Não só elogiar os funcionários é uma cortesia a praticar, mas, do ponto de vista de desempenho, elogiar reforça um comportamento positivo e faz com que seja muito mais provável que essas mesmas condutas sejam repetidas no futuro. Tenha a expectativa de que seus funcionários irão realizar as tarefas deles e, então, elogie quando estiverem finalizadas. Afinal, esse é o seu trabalho.
8. “Bem, foi dessa forma que me treinaram” – Você treina os funcionários jogando-os na fogueira, simplesmente porque foi assim que uma vez o trataram? Sempre que você sentir que algo foi “bom o suficiente para mim” não significa que seja bom o suficiente para seus funcionários. Determine a melhor maneira de treinar e desenvolver seus funcionários e faça isso acontecer. Quaisquer que tenham sido as más experiências que você teve, elas devem servir de exemplo para criar uma abordagem mais positiva, e não um modelo a ser seguido.
9. “Necessito investir algum tempo com o meu time, portanto... vou bater um papo com o João” – Você precisa conhecer os funcionários num nível pessoal, mas acaba sempre girando em torno daqueles com os quais compartilha interesses comuns? Todo funcionário merece atenção e respeito. Faça perguntas. Interesse-se. Eles vão facilitar o contato, pois as pessoas naturalmente apreciam aqueles que estão interessados nelas.
10. “Esqueça-o. Eu sei que ele não gosta de mim” – Poucas coisas são mais desagradáveis do que trabalhar com um funcionário que você sente que não gosta de você, mesmo que seja apenas para conversar. Estenda a mão e oxigene o ambiente.
Diga: “João, não sinto que o nosso relacionamento profissional é tão positivo quanto poderia ser e estou seguro que é falha minha. Gostaria realmente de fazer com que ele seja melhor.” Então, nesse momento, deixe o João desabafar. É claro que talvez não goste de ouvir o que ele tem para dizer, mas, uma vez que esse passo for dado, você vai saber o que fazer para tornar as coisas melhores.

sábado, 14 de julho de 2012

DICAS: COMO LIDAR COM UM CHEFE ESCROTO


Preste atenção amigo, chefe escroto é igual hemorróida, dor nas costas ou carro à álcool: você tem, já teve ou ainda vai ter...

Seu chefe é um escroto? O cretino está a ponto de te deixar louco?

Aqui estão algumas estratégias para ajudá-lo a manter a sua sanidade mental (e talvez o seu emprego).

1) Evite responder a altura
Se o seu chefe age como um idiota, se torna abusivo ou está em pânico, o seu impulso inicial poderia ser a de fazer a mesma coisa. Combata essa tentação, por mais difícil que seja. Responder mal com mal não leva a nada e só piora a situação. Se você manter o seu profissionalismo, ira criar uma impressão positiva em quem estiver assistindo ou ouvindo a sua discussão – incluindo, provavelmente, o chefe do seu chefe.

2) Documente o seu trabalho
Mantenha o controle de suas realizações e dos elogios que receber dos colegas de trabalho ou gerentes de outros departamentos. Registre as datas destes acontecimentos. Ao documentar estes itens, tente ressaltar a importância da realização. O problema existia na época? O que teria acontecido se você não agisse? Que efeito positivo a sua ação tem em toda a organização? Mantenha essas informações em um sistema diferente do seu computador do trabalho ou da rede da empresa – isto é, mantenha em um lugar seguro e onde você possa acessa-las, mesmo se você sair da empresa.

3) Utilize medidas objetivas
Ao documentar suas realizações, tente usar medidas objetivas. Se você estiver em um HelpDesk, por exemplo, "Eu resolvi esse chamado prontamente" é uma afirmação fraca. Tente desta forma, "Eu resolvi este chamado três horas, diferentemente da média do departamento que é de cinco horas", desta maneira, você consegue mais credibilidade. Por outro lado, se você estiver em um call center, ao invés de uma declaração de que "eu respondi 80% das minhas chamadas" é preferível usar "Respondi prontamente TODAS as minhas chamadas".

4) Confronto com provas
É fácil para um chefe gritar com você com base em falsas afirmações, porem isso se torna mais difícil de acontecer se você enfrentar o patrão com dados detalhados, em especial, dados que tem medidas objetivas. Assim, quando o seu chefe se queixa que você não atende suas chamadas rapidamente, mostre os seus dados. Ao fazer isso, você está dizendo implicitamente ao chefe que ele pode estar com raiva o quanto quiser, mas os dados e os Fatos te favorecem.

5) Seja claro sobre as medidas do seu desempenho
As medidas objetivas são igualmente importantes quando você está definindo as suas medidas de desempenho. Ter padrões subjetivos torna mais fácil para o seu chefe medir o seu desempenho de maneira errada. Por outro lado, Ter padrões Objetivos, já que você está fazendo seu trabalho corretamente, torna mais difícil para o patrão menospreza-lo.

6) Mantenha sua rede ativa
Mantenha suas conexões com outras pessoas em sua empresa, ou mesmo fora de sua empresa. Fique ativo com os alunos de sua escola ou faculdade. Seja ativo nos assuntos da comunidade. Fazendo isso você se mantém visível e isso pode ajuda-lo a encontrar outro emprego, no caso de você decidir que precisa, ou se for demitido pelo seu chefe.

7) Nunca chute o balde
Se você já fez de tudo para não perder a cabeça com o seu chefe, e nada adiantou, você poderia agora “Chutar o Balde” já que não tem mais nada a perder, Certo ?¿ Errado !!! Combata essa tentação e tente ser agradável – sem ser medíocre é claro. Você aprendeu alguma coisa de valor com o seu chefe ?¿ Em especial, houve um momento em que você pensou que o chefe estava errado, mas descobriu que ele estava certo ?¿ Por mais difícil que seja, Admita isso… Embora não seja fácil, também não é impossível. Seria muito difícil, mesmo para um chefe ruim, reagir negativamente a esse tipo de declaração. Ser gentil irá causar uma boa impressão sobre os outros.

8) Aprenda com a experiência
Uma parte da Lei de Murphy nos diz que “Nada é sempre uma perda de tempo.” Pode levar algum tempo para analisar por que seu chefe é um chefe ruim. Mas, tenha em mente que as pessoas têm diferentes perspectivas. Seu chefe pode estar reagindo a fatores e influências que você talvez ignore. Embora esse fato não justifique o mau comportamento, ele pode explica-lo. De qualquer forma, fazer essa análise pode te ajudar a se tornar um bom chefe ou patrão, porque você vai acabar descobrindo o que não fazer.

9) Use o Bom-Humor
O bom-humor é uma ótima maneira de lidar com situações desagradáveis. Ao invés de ficar perturbado com um encontro passado, tente rir sobre isso. Você pode até mesmo levar isso um pouco mais distante. Por exemplo, você poderia tentar prever com quem o chefe terá as primeiras crises de briga pela manha, ou a que horas o patrão vai ficar chateado naquele dia, então comparar sua previsão com o que realmente aconteceu. Embora pudesse ser politicamente arriscado, você pode até iniciar uma pesquisa de escritório com os colegas de trabalho que têm as mesmas dificuldades.

10) Tenha cuidado quando falar com o chefe do chefe
Não calunie seu chefe com chefe dele, você pode se arrepender e acabar pagando caro por isso. Lembre-se sempre que o Chefe do seu chefe, também é SEU chefe. Você pode ter uma chance, talvez uma em um milhão, de ter uma reunião com seu chefe superior. E se isso acontecer, essa pessoa pode perguntar sobre o seu chefe. Então, tome muito cuidado com o que pretende falar. Esteja ciente, em particular, que críticas ao seu chefe podem ser tomadas como críticas ao chefe do seu chefe e isso pode causar ainda mais problemas. Lembre-se do velho ditado, "Não critique o julgamento de sua esposa. Olha com quem ela se casou". Se você tiver uma oportunidade como essas, escolha muito bem o que dizer ao patrão sobre o seu chefe. Direcione o foco sobre o comportamento e não sobre a pessoa. Ao invés de dizer .: "O meu chefe é muito desorganizado", provavelmente é melhor dizer: "É difícil me concentrar quando as prioridades continuam mudando."


Fonte: http://www.acidezmental.xpg.com.br/top_10_dicas_como_lidar_com_um_chefe_escroto.html

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sustentabilidade Radical

Sustentabilidade Radical

http://www.youtube.com/watch?v=eZnxU6-B9wg&feature=player_embedded

Aprendizagem cognitiva ou comportamental?
Outro dia, ouvi em um curso que participei que foi feita uma pesquisa nos USA e constatou-se que 39% dos homens não lavavam as mãos após terem usado o banheiro público. Então, foi feita uma campanha cognitiva de marketing para conscientização da importância de se lavar as mãos após o uso dos banheiros e dos riscos que o próprio usuário tem e produz com essa atitude. Depois de um tempo, foi feita novamente a pesquisa e constatou-se o aumento para 44% o número de homens que lavavam as mãos depois de usar o banheiro público. Os pesquisadores continuaram o estudo, pois verificaram uma pequena mudança comportamental diante a campanha cognitiva.
O próximo passo seria usar uma técnica comportamental condutiva para provocar mudança de atitude. E o que seria isso? Foi instalado nas torneiras dos banheiros públicos um sensor que, quando o usuário fosse sair do banheiro sem lavar as mãos, a porta não abriria e aparecia uma indicação para ele voltar. A saída somente era liberada após lavarem as mãos. Depois de um tempo, este sensor pode ser desconectado porque as pessoas já lavam automaticamente as mãos após o uso do banheiro.
RADICAL?
Não sei!! Quem já lavava as mãos nem percebia esta restrição ou radicalidade, mas quem não lavava era obrigado a mudar….
Perto da minha casa, em São Paulo, tem uma comunidade que tem recebido – voluntariamente – da Eletropaulo chuveiros econômicos, com uma tecnologia que limita o uso do chuveiro por 10 minutos. Passado este tempo ele desliga e só volta a funcionar depois de 5 minutos.
Radical?
Quem toma banho em menos de 10min nem vai perceber a radicalidade ou restrição, mas quem costuma demorar no chuveiro vai mudar de atitude.
É assim também em tantos outros aspectos, como no carro. Nós só aprendemos a usar cinto de segurança depois que começaram a cobrar multas e a dar pontos na carteira, ate então os cintos de segurança eram adornos para muitos.
Faça uma reflexão
Tem algum comportamento que você gostaria de mudar na sua empresa, na sua família ou em você mesmo?
Que tipo de aprendizagem comportamental você indicaria para isso?
Por exemplo, eu tinha o mau hábito de ver televisão até tarde e às vezes dormia com ela ligada. Há muito tempo fiz um favor para mim: tirei a televisão do quarto e isto me trouxe muitos outros benefícios.
Eu quero aprender mais. Vamos trocar ideias?
Vou presentear a ideia mais criativa e a ideia que traz mais vantagens para todos com kits de meus produtos – DVD e livro.
Participe dessa rede.


http://www.leilanavarro.com.br/blog/2010/10/sustentabilidade-radical/