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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Como escrever e pensar com maior clareza e aprender mais facilmente

O material a seguir é uma tradução do estudo de Michael A. Convington, da Universidade da Georgia nos EUA, cuja versão completa e original pode ser acessada através deste link.
A autorização para tradução e distribuição, pode ser encontrada neste arquivo.
Eu não creio ser dono de tanta inteligência, mas acredito ter o talento necessário para amplificar a que possuo.
R.D.G – 1975

Amplificando sua inteligência

Como:
  • Escrever mais claramente;
  • Pensar mais claramente;
  • Aprender mais facilmente.
Minha proposição é de que estes fatores estão interligados.

Como escrever mais claramente

  • O mundo é regido por pessoas que escrevem;
  • Uma escrita clara leva a um pensamento claro;
  • Você não sabe o que você sabe, até tentar expressar isso.

Falsas concepções sobre o ato de escrever

Mito: A escrita refere-se principalmente � ficção ou poesia.
Fato: Isso seria o mesmo que dizer que a maioria dos exercícios são feitos em danças de balê.
A maior parte do que é escrito no mundo é puramente informação. Geralmente pessoas que não gostam de poesia ou ficção é que acreditam neste mito.
Mito: Escritores são pessoas que memorizaram vários livros e muitíssimas regras de gramática.
Fato: A Gramática não é o problema.
Você é exposto a enormes quantidades de bom português todos os dias. Se você sabe o que está tentando dizer, 99% do tempo estará dizendo isso gramaticalmente.
Uma pessoa educada, precisa no máximo de alguns poucos pontos do conhecimento gramatical. Em uma gramática de 100 páginas, por exemplo, você não precisará de mais do que 3 delas. Deixe as pessoas lhe ajudarem a fazer esse número diminuir ainda mais ;)

A perspectiva altruísta

Uma boa escrita é, em parte, uma questão de caráter.
Ao invés de escrever o que é fácil para você, escreva o que é fácil para seu leitor. Não obrigue-o a aceitar os seus erros, o trabalho extra é feito por você, de modo que seu leitor não perca tempo.

O processo de escrita

Escrever, simplesmente, é algo complicado demais para a maioria das pessoas.
Solução: Desmembrar o processo de escrita, de forma a torná-lo possível.
Tendo consciência do que estamos fazendo, seguindo os 5 passos a seguir, as chances de obtermos um resultado satisfatório são grandes:
  • Planejar – Decidir o quê e como escrever;
  • Rascunhar – Colocar isso no papel, logo;
  • Revisar – Colocar isso no papel, mas de uma forma melhor;
  • Editar – Corrigir a escrita, pequenos erros gramaticais etc.;
  • Formatar – Escolher estilo de letra, aparências etc.
Nos próximos posts analisaremos cada um destes tópicos, com maiores detalhes.

Como escrever argumentos fortes

Acabo de ler um ensaio muito interessante intitulado How to Disagree (in english, of course) escrito por Paul Graham. Nele, o autor descreve sete níveis hierárquicos das formas de não concordar com algo.
Desde o nível mais baixo — simplesmente um ataque direto e desrespeitoso ao autor — até a refutação do ponto central — nível mais alto –, Graham dá uma breve explicação de cada um, com exemplos.
Concordo com a teoria do Paul, só discordo no fato dele não ter usado um gráfico para resumir seu ensaio. Mas não seja por isso.
hierarquia-argumentos
Pronto. Através da representação visual, o entendimento e a própria aprendizagem tornam-se muito mais fáceis.
Graham diz que a maioria dos argumentos que usam a contradição não são convincentes. Isso quer dizer que, a partir de agora, quando você for escrever um texto dissertativo/argumentativo, deve lembrar dessa pirâmide e estabelecer qual o tipo de argumento está usando. Se estiver abaixo da contradição, é melhor reformular seu raciocínio.

10 clássicos da literatura escritos por Nietzsche

Ultimamente, Nietzsche está na moda. O filósofo alemão conhecido por suas idéias ácidas nunca imaginaria ser tão lido quase 2 séculos depois de sua morte.
A última edição da revista Discutindo Literatura trouxe uma pequena matéria sobre esse assunto. O título é exatamente “Por que Nietzsche está na moda?” e chega à conclusão de que, por ele ser um dos filósofos mais fáceis de ler e dado que a sociedade moderna exige rapidez, ele é perfeito para qualquer rebelde sem causa.
Não sei se essa é a conclusão certa, mas provavelmente sim, já que outros filósofos como Schopenhauer, por exemplo, pai da filosofia de Nietzsche, continua lido por um pequeno círculo de intelectuais (eu me incluo nesses).
Leitores à parte, Nietzsche é sem dúvida um dos maiores filósofos da história e escreveu livros fascinantes que, como ele dizia, foram escritos “para homens que ainda estão por vir, pois os demais não os compreenderiam”. Os clássicos de Nietzsche são muitos. Assim falava Zaratustra e O Anticristo talvez sejam os principais, mas há vários outros. Vou listar aqui 10 dos livros que considero o principal legado de Nietzsche e que podem ser lidos por todos curiosos em relação a sua obra.

1. Além do bem e do mal


Além do bem e do mal
Nessa obra, cujo tema é, sobretudo, a precariedade cultural e espiritual do seu tempo, Nietzsche afirma a necessidade de que, no eterno retorno da vida e da história humana, os homens se ergam, aceitando a própria finitude, ultrapassando a própria condição e vivendo soberanamente no gozo e na dor da própria verdade. Contra os fracos, os humildes, os dignos de dó, ele afirma o ideal dos super-homens, dos quais dependeria o futuro da humanidade. Polêmico e sempre pro­vocador, Nietzsche desenvolve os conceitos de “vontade de poder” e de “moral de senhor”. A moral de senhor é aquela a ser seguida e imposta, que mostra o que é bom, verdadeiro e belo, em contraposição à “moral de escravo”. Resta a cada ser humano decidir se é senhor ou escravo.
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2. Ecce Homo


Ecce Homo
Em outubro de 1888, ao completar 44 anos de idade, Friedrich Nietzsche decidiu fazer um balanço de sua vida. Escreveu então Ecce homo, um dos mais belos livros da língua alemã, a obra mais singular jamais escrita por um filósofo. Ecce homo não é uma simples autobiografia: é sobretudo confissão e interpretação, uma síntese inestimável da obra de Nietzsche e de seus conflitos. Um grande pensador, dos mais influentes de nossa época, fala apaixonadamente de suas influências, de sua paixão, de como surgiram suas obras, de seu modo de vida, de seus objetivos e faz, assim, uma original e desconcertante introdução a si mesmo. Considerando que Nietzsche o escreveu apenas algumas semanas antes de sofrer a perda completa da razão, Ecce homo é também sua última palavra, como filósofo, psicólogo e anticristo.
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3. Humano, demasiado humano


Humano, demasiado humano
Publicado em 1878, Humano, demasiado humano marcou o afastamento de Nietzsche em relação ao romantismo de Wagner e ao pessimismo de Schopenhauer. Influenciado pelos moralistas franceses, Nietzsche adotou e expandiu a forma do aforismo, que neste livro aborda temas como metafísica, moral, religião, arte, literatura, amor, política e relações sociais.
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4. O Anticristo


O Anticristo
Escrito em 1888, último ano antes de Friedrich Nietzsche perder a lucidez, este ensaio é uma das mais afiadas análises de que o cristianismo já foi objeto. Dando continuidade ao exame sobre a moral praticado na maioria de seus livros, em O anticristo o autor firma sua posição sobre a doutrina religiosa. Ele mostra como o cristianismo ? ao qual chama de maldição ? é a vitória dos fracos, doentes e rancorosos sobre os fortes, orgulhosos e saudáveis, persuadindo e induzindo a massa por meio de idéias pré-fabricadas.
A partir da comparação com outras religiões, Nietzsche critica com veemência a mudança de foco que o cristianismo opera, uma vez que o centro da vida passa a ser o além e não o mundo presente. Até mesmo Jesus Cristo e o apóstolo Paulo são questionados, assim como grande parte de todos os dogmas cristãos, em um grande exercício filosófico.
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5. O Crepúsculo dos Ídolos


O Crepúsculo dos Ídolos
Essa foi a penúltima obra de Nietzsche, escrita e impressa em 1888, pouco antes de o filósofo perder a razão. O próprio Nietzsche a caracterizou — numa das cartas acrescentadas em apêndice a esta edição — como um aperitivo, destinado a “abrir o apetite” dos leitores para a sua filosofia. Trata-se de uma síntese e introdução a toda a sua obra, e ao mesmo tempo uma “declaração de guerra”. É com espírito guerreiro que ele se lança contra os “ídolos”, as ilusões antigas e novas do Ocidente: a moral cristã, os grandes equívocos da filosofia, as idéias e tendências modernas e seus representantes.
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6.  A origem da tragédia


A origem da tragédia
A Origem da Tragédia é o primeiro livro de Nietzsche, de sabor um tanto poético, é mais um estudo sobre a decadência de um gênero teatral do que propriamente uma investigação histórica ou uma incursão mítica na esfera da vida sobrenatural. Este livro, em primeiro lugar, representa uma homenagem a Richard Wagner, uma interpretação dos seus dramas musicais como obras de arte totais que igualam as tragédias antigas.
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7.  Assim falava Zaratustra


Assim falava Zaratustra
Este é um invulgar discurso filosófico em forma de narrativa onde centenas de máximas e aforismos paradoxais veiculam com beleza, profundidade e poesia a pujante e contundente filosofia crítica de Nietzsche, assestada assistematicamente, em estilo ligeiro e ditirâmico, contra as doutrinas filosóficas vigentes. Zaratustra, na verdadde uma antítese, é um anti-profeta e um anti-místico, que poderia também ser um anti-Cristo ou anti-Buda, ao destilar paradoxos veementes, pondo em cheque a ética estabelecida através dos valores morais atacados. O Zaratustra nietzcheano é um inversor dos valores, um destruidor de ídolos e um exaltador dos valores da vida, da existência e da terra. Além de divulgar a “morte de Deus”, isto é, o fim da noção judáico-crista da divindade e filosoficamente a falência do Absoluto de Hegel, da Vontade de Schopenhauer, etc. e crepúsculo dos valores metafísicos e éticos que exaltam o além-túmulo e a vida espiritual transcedente, Zaratustra anuncia o advento do superhomem, um paradigma de humanidade que extingue e supera o modelo da religião peidosa dos fracos e oprimidos. Nada tem a ver com o Zaratustra mítico e religioso dos antigos persas.
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8. O livro do filósofo


O livro do filósofo
Reunião de fragmentos escritos entre 1872 e 1875 e publicados após a morte do filósofo alemão. A tradução é de Rubens Eduardo Ferreira Frias. Os apêndices contam com uma cronologia essencial e uma bibliografia básica.
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9.  Sabedoria para depois de amanhã


Sabedoria para depois de amanhã
A coletânea de fragmentos póstumos de Nietzsche apresentada neste livro sem dúvida chamará a atenção do leitor, antes de tudo, pela variedade e pela heterogeneidade de seus temas e perspectivas. O leitor que aceitar o desafio de lê-lo poderá apreciar também o interesse e a originalidade de cada fragmento, surpreender-se com as analogias e os contrastes que subjazem à sua diversidade temática.
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10. A Gaia Ciência


A Gaia Ciência
Nesta obra, Nietzsche discute arte, moral, o conceito da verdade, entre outros temas. O filósofo, também conhecido por seu texto nada árido, apresenta aqui ampla diversidade de estilos literários como versos humorísticos, aforismos, parábolas, poemas em prosa e pequenos ensaios.
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10 formas de escrever um primeiro parágrafo sedutor

Qual é a segunda parte mais importante dos seus textos, depois do título?
O primeiro parágrafo.
Na internet, 80% dos leitores abandona o texto antes de terminar a leitura. São uns preguiços, não é?
NÃO! A culpa é toda sua!
Um vendedor sabe que, para ser bem sucedido em uma venda, deve dirigir-se sempre com o pé direito a pessoa com quem está falando. Não importa o quanto bom seja o produto, o preço ou a qualidade, muito menos se o cliente já for conhecido. Se deixar de causar uma boa primeira impressão, a chance de concretizar a venda cairá drasticamente.
Com o texto, sequer temos o leitor a nossa frente para continuarmos falando ou tentarmos convencê-lo contra a vontade — como muitos vendedores fazem. Assim, cada palavra que escrevemos, aumenta ou diminui a vontade de quem está lendo. Não importa se você escrever o melhor artigo do mundo. Cada vez mais, os textos são primeiramente escaneados, depois lidos.
Se o primeiro parágrafo não for um bom vendedor do resto do texto, você está frito!
Vamos ler 10 dicas para fazer com que seus primeiros parágrafos arrastem o leitor pelo resto do conteúdo:

1. Divirta, entretenha ou ponha a culpa no fulano

Todo mundo gosta de piadas e histórias. Se você for capaz de mantê-las curtas o suficiente, são uma das melhores formas de produzir emoção no leitor: simpatia, apatia, riso, bronca, tristeza, pena etc. Além disso, o leitor gosta de ler sobre pessoas. Cite alguém famoso e o desejado segundo parágrafo será o próximo da fila.

2. Você é burro! Pergunte ao leitor

Começar um texto com uma pergunta é uma técnica da retórica; causa curiosidade e faz o leitor pensar. Esse pensamento pode levá-lo exatamente ao assunto do texto, o que é algo muito bom para você.

3. Uma boa imagem vale o mesmo que um bom primeiro parágrafo

Uma boa imagem capta a atenção dos olhos. Não deixe passar a oportunidade de usar esse artifício a seu favor.
Mas tenha cuidado. Não esqueça que você quer prender a atenção desde o primeiro parágrafo para mantê-la no texto todo. Se usar uma imagem impactante, mas que nada tem a ver com o texto, o efeito se perderá.
Use uma imagem que o leitor possa relacionar com o título ou algum trecho do texto.

4. Aproxime idéias, compare e surpreenda

Quantas vezes já aconteceu de você só conseguir entender algo quando alguém veio e disse, “é o mesmo que isso, isso e isso”? De repente, mesmo que o assunto não tenha nada a ver, entendemos tudo.
Quando estiver explicando algo, caso você lembre de alguma comparação que possa ajudar no entendimento, não hesite em usá-la.

5. Abuse da imaginação do leitor

É muito mais fácil e até mais divertido e interessante quando conseguimos projetar algo concreto em nossas mentes, relacionado ao assunto em questão.
Recorrer a imagens mentais é uma das técnicas mais poderosas e mais usadas por escritores e oradores. Use palavras como “imaginem” “pense em tal coisa”, etc.

6. Metáforas… são como cisnes no horizonte atraindo corações apaixonados

As metáforas estão entre as ferramentas mais poderosas que dispomos para contar uma história ou dar um conselho em apenas uma frase. É uma boa forma de captar a atenção e produzir imagens mentais, permitindo que os leitores construam uma história para eles mesmos.

7. Cite uma estatística surpreendente

Começar com números ou dados técnicos nem sempre é recomendado, mas esta é uma exceção à regra. Uma estatística interessante e impactante é um bom recurso.
As pessoas gostam de saber sobre dados interessantes, mas só se forem originais, surpreendentes ou chocantes. Assim como as imagens, as estatísticas devem ser relevantes ao tema tratado.
3 conselhos: não abuse da quantidade de números, cite fontes confiáveis, e se puder, utilize gráficos para impressionar ainda mais.

8. Fale do famoso ou do sabichão

Como dizia Montaigne
O estilo deve ter três qualidades: clareza, clareza e clareza.
Alguma frase de um especialista no tema ou pessoa conhecida pode fazer maravilhas no trabalho de atrair o leitor nesses primeiros segundos.

9. Resuma suas 128 páginas

Se seu texto é muito grande e você não está confiante se vai conseguir atrair a atenção do leitor — mas realmente está convencido de que é um excelente material e que vale a pena ler até o fim — adiante a ele o que vai encontrar. Explique quais elementos fazem com que seu artigo seja imperdível.

10. Não siga meu exemplo: tenha cuidado com os links

Esses dias o Thiago Bomfim enviou-me um e-mail dando a dica de eliminar um pouco os links dos artigos, principalmente os do Buscapé. Quando fui ler meus últimos textos, fiquei apavorado com a quantidade de links. Por isso estou começando a eliminar links que não sejam relevantes.
Os links devem ser algo útil, devem acrescentar valor os seus textos, caso contrário, elimine-os.
Se você começa a ler um texto e nas três primeiras linhas há 2 links com leituras necessárias para entender todo o resto, provavelmente não continuará a ler.
A não ser que esteja escrevendo uma série, não coloque links no primeiro parágrafo.

27 dicas para escrever bem

Nada melhor do que ver na prática como os erros mais comuns que cometemos na hora de escrever podem ser horríveis e tornar um texto muitíssimo desagradável.
A lista que segue é fantástica, vale lembrar dela a cada vez que pensarmos em redigir algo.
  1. Vc. deve evitar abrev., etc.
  2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo narcisístico.
  3. Anule aliterações altamente abusivas.
  4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona loreta, minha professora lá no colégio alexandre de gusmão, no ipiranga.
  5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
  6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
  7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
  8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam maneiras, tá ligado?
  9. Palavras de baixo calão podem transformar seu texto numa porcaria.
  10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações, sempre é um erro.
  11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
  12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
  13. Frases incompletas podem causar.
  14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique repetindo a mesma idéia.
  15. Seja mais ou menos específico.
  16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
  17. A voz passiva deve ser evitada.
  18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de interrogação
  19. Quem precisa de perguntas retóricas?
  20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
  21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a moderação.
  22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-las-ei!”
  23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
  24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica horrível!
  25. Evite frases exageradamente longas, pois estas dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e, concomitantemente, por conterem mais de uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus componentes diversos, de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.
  26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa portuguêza.
  27. Seja incisivo e coerente, ou não.
Autor desconhecido