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terça-feira, 12 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
6 erros comportamentais a evitar no linkedin
Todos os dias, diversos membros do Linkedin cometem erros ou atividades que considero incorrectas na utilização desta plataforma. Neste artigo, irei procurar identificar 6 erros a evitar quando utilizamos o Linkedin.
1. Não ter um propósito ou não entender porque estamos no LinkedIn
Parece ser uma pergunta demasiado existencial! Há inúmeras razões para estar no LinkedIn e podemos ter várias. Os meus propósitos estão associados ao reforço das relações profissionais e o desenvolvimento da minha marca pessoal. Porque compreendo os meus objetivos, oriento as minhas ações para fazer cumprir estes propósitos.
O que devo fazer:
a. Anote as 3 principais razões pelas quais está no LinkedIn
b. Determine quais as acções a apoiar para cada um dos propósitos.
2. Não participar
Há quase 90 milhões de pessoas no LinkedIn e a grande maioria não “mexe”! Diria que 80% do tráfego no Linkedin é gerado por 20% dos utilizadores. Sem compreender o seu propósito não é possível saber quais as ações a tomar que irão produzir um resultado positivo.
Recebo muitas vezes emails a dizer: “Pedro, perco muito tempo no Linkedin mas não faço nada!”. Na maioria das vezes o sucesso no Linkedin é construído a longo prazo. O processo de relacionamento com outros utilizadores demora tempo. NÃO TENTE VENDER À PRIMEIRA MENSAGEM! A paciência é importante para continuar a participar mesmo quando não está a ver resultados.
Não há garantias de que os seus esforços produzam resultados, mas se não participar de forma consistente, garanto-lhe que não vai encontrar sucesso. Os resultados podem aparecer muito tarde…
O que devo fazer:
a. Comprometa-se a tomar medidas semanais (Domingos à noite são excelentes para este processo!)
b. Agende essas atividades
c. Coloque-as no seu Placard ou outro local (ipad, telemóvel, agenda…)
3. Primeiras Impressões
No LinkedIn, as pessoas querem conhecê-lo porque pertence a grupos comuns, porque possui conhecimento e competências importantes ou por outras razões. As pessoas querem visualizar o seu perfil e ter uma compreensão clara de quem é e de que forma podemos reforçar a sua rede de contatos.
QUEREMOS CAUSAR UMA BOA 1ª IMPRESSÃO!
Se não fornecer informações suficientes para que possam encaixar essas duas peças, então não vamos conseguir causar a boa impressão que queremos. Precisamos de ter certeza de que tem um perfil detalhado; que tem uma foto profissional; que apresenta links para os seus projetos… Se tiver a sorte de os levar a ver o seu perfil, terá aprendido a parte mais difícil. Parece uma pena perdê-los simplesmente por não fornecer informações suficientes.
O que devo fazer:
a. Analisar Perfis de outros utilizadores (seguir algumas indicações que tenho dado com dicas para melhorar os perfis no Linkedin
b. Dedicar algum tempo por mês para aperfeiçoar o perfil
c. Personalize o seu perfil, adicione palavras-chave, personalize a sua URL pública…
d. Pergunte-me!!!
4. Não partilhar informações ou não fornecer valor
Se fornecer valor aos outros sem pedir algo em retorno, as pessoas vão começar a gostar de si. GIVER GAINS!!
A maneira mais rápida de gerar boa vontade no LinkedIn é gerar valor para os outros. Não é dificil! A simples atividade de responder a uma mensagem ou a uma solicitação de introdução, oferecer respostas na secção especial do Linkedin ou nas discussões dos grupos. As formas são muito variadas. Tudo o que quer fazer no LinkedIn adiciona ou não valor à sua marca online. Participe de forma consistente e irá compreender que o seu perfil Linkedin vai aumentar a sua visibilidade e as pessoas vão começar a interagir consigo.
O que devo fazer:
a. Encontre pelo menos 2 contatos para interagir por semana.
b. Responda pelo menos a 3 perguntas por semana
c. Identifique ligações que merecem uma recomendação! Certifique-se que são pessoas que o merecem.
5. Falta de credibilidade
Como podemos reforçar a credibilidade no Linkedin.
A. Perfil: as primeiras impressões!!
B. Respostas: uma ótima maneira de demonstrar o seu conhecimento e experiência. Sempre que responder a uma pergunta, todos os seus contatos diretos são também informados de que respondeu a uma pergunta.
C. Recomendações: Não há nada melhor do que receber recomendações de colegas, clientes ou parceiros de negócio.
D. Contatos: Já muito se discutiu sobre o fator Quantidade e qualidade de contatos no Linkedin.
E. Grupos: São sempre uma forma de nos associarmos a outros utilizadores. Normalmente, será este denominador comum que nos ajuda a convidar outros utilizadores!
F. Criar Valor!!
O que devo fazer:
a. Responder a pelo menos 3 perguntas por semana nas suas áreas de interesse.
b. Procure obter 5 recomendações para reforçar o seu posicionamento na rede Linkedin!
c. Aumente a sua base de contatos.
d. Encontre 50 grupos que sejam relevantes para si (10/20 grupos: áreas de especialidade; 10 grupos: com base na área geográfica; 10 grupos: área de negócio; 10 grupos: interesses pessoais) e PARTICIPE.
e. Procure todas as oportunidades para ajudar os outros.
6. Falhas na comunicação
Muitos dos utilizadores inundam os grupos e as caixas de correio dos seus contatos Linkedin com informação irrelevante ou imprópria para esses espaços. Cada grupo tem as suas regras para lançamento de discussões, partilha de informação promocional ou empregos. Tenha um cuidado especial para que outros membros não o considerem spammer e o eliminem das suas redes de contatos. A estratégia de comunicação deve ser ponderada para incluir conteúdo pertinente para a sua rede e não apenas os serviços da sua empresa. QUEREMOS CRIAR RELAÇÕES DURADOURAS!!!
O que devo fazer:
a. aproprie-se das regras de cada grupo Linkedin
b. partilhe conteúdo relativo à sua área de negócio; área de especialidade, área de interesse, área geográfica…
c. Não partilhe aquilo que não gosta que os outros partilhem na rede!
http://www.linkedportugal.com/2011/02/27/6-erros-comportamentais-a-evitar-no-linkedin/
A leitura deve ser uma coisa social! Publique uma mensagem nas suas redes sociais para que as outras pessoas saibam o que você está lendo. Selecione os sites abaixo e comece a compartilhar.
1. Não ter um propósito ou não entender porque estamos no LinkedIn
Parece ser uma pergunta demasiado existencial! Há inúmeras razões para estar no LinkedIn e podemos ter várias. Os meus propósitos estão associados ao reforço das relações profissionais e o desenvolvimento da minha marca pessoal. Porque compreendo os meus objetivos, oriento as minhas ações para fazer cumprir estes propósitos.
O que devo fazer:
a. Anote as 3 principais razões pelas quais está no LinkedIn
b. Determine quais as acções a apoiar para cada um dos propósitos.
2. Não participar
Há quase 90 milhões de pessoas no LinkedIn e a grande maioria não “mexe”! Diria que 80% do tráfego no Linkedin é gerado por 20% dos utilizadores. Sem compreender o seu propósito não é possível saber quais as ações a tomar que irão produzir um resultado positivo.
Recebo muitas vezes emails a dizer: “Pedro, perco muito tempo no Linkedin mas não faço nada!”. Na maioria das vezes o sucesso no Linkedin é construído a longo prazo. O processo de relacionamento com outros utilizadores demora tempo. NÃO TENTE VENDER À PRIMEIRA MENSAGEM! A paciência é importante para continuar a participar mesmo quando não está a ver resultados.
Não há garantias de que os seus esforços produzam resultados, mas se não participar de forma consistente, garanto-lhe que não vai encontrar sucesso. Os resultados podem aparecer muito tarde…
O que devo fazer:
a. Comprometa-se a tomar medidas semanais (Domingos à noite são excelentes para este processo!)
b. Agende essas atividades
c. Coloque-as no seu Placard ou outro local (ipad, telemóvel, agenda…)
3. Primeiras Impressões
No LinkedIn, as pessoas querem conhecê-lo porque pertence a grupos comuns, porque possui conhecimento e competências importantes ou por outras razões. As pessoas querem visualizar o seu perfil e ter uma compreensão clara de quem é e de que forma podemos reforçar a sua rede de contatos.
QUEREMOS CAUSAR UMA BOA 1ª IMPRESSÃO!
Se não fornecer informações suficientes para que possam encaixar essas duas peças, então não vamos conseguir causar a boa impressão que queremos. Precisamos de ter certeza de que tem um perfil detalhado; que tem uma foto profissional; que apresenta links para os seus projetos… Se tiver a sorte de os levar a ver o seu perfil, terá aprendido a parte mais difícil. Parece uma pena perdê-los simplesmente por não fornecer informações suficientes.
O que devo fazer:
a. Analisar Perfis de outros utilizadores (seguir algumas indicações que tenho dado com dicas para melhorar os perfis no Linkedin
b. Dedicar algum tempo por mês para aperfeiçoar o perfil
c. Personalize o seu perfil, adicione palavras-chave, personalize a sua URL pública…
d. Pergunte-me!!!
4. Não partilhar informações ou não fornecer valor
Se fornecer valor aos outros sem pedir algo em retorno, as pessoas vão começar a gostar de si. GIVER GAINS!!
A maneira mais rápida de gerar boa vontade no LinkedIn é gerar valor para os outros. Não é dificil! A simples atividade de responder a uma mensagem ou a uma solicitação de introdução, oferecer respostas na secção especial do Linkedin ou nas discussões dos grupos. As formas são muito variadas. Tudo o que quer fazer no LinkedIn adiciona ou não valor à sua marca online. Participe de forma consistente e irá compreender que o seu perfil Linkedin vai aumentar a sua visibilidade e as pessoas vão começar a interagir consigo.
O que devo fazer:
a. Encontre pelo menos 2 contatos para interagir por semana.
b. Responda pelo menos a 3 perguntas por semana
c. Identifique ligações que merecem uma recomendação! Certifique-se que são pessoas que o merecem.
5. Falta de credibilidade
Como podemos reforçar a credibilidade no Linkedin.
A. Perfil: as primeiras impressões!!
B. Respostas: uma ótima maneira de demonstrar o seu conhecimento e experiência. Sempre que responder a uma pergunta, todos os seus contatos diretos são também informados de que respondeu a uma pergunta.
C. Recomendações: Não há nada melhor do que receber recomendações de colegas, clientes ou parceiros de negócio.
D. Contatos: Já muito se discutiu sobre o fator Quantidade e qualidade de contatos no Linkedin.
E. Grupos: São sempre uma forma de nos associarmos a outros utilizadores. Normalmente, será este denominador comum que nos ajuda a convidar outros utilizadores!
F. Criar Valor!!
O que devo fazer:
a. Responder a pelo menos 3 perguntas por semana nas suas áreas de interesse.
b. Procure obter 5 recomendações para reforçar o seu posicionamento na rede Linkedin!
c. Aumente a sua base de contatos.
d. Encontre 50 grupos que sejam relevantes para si (10/20 grupos: áreas de especialidade; 10 grupos: com base na área geográfica; 10 grupos: área de negócio; 10 grupos: interesses pessoais) e PARTICIPE.
e. Procure todas as oportunidades para ajudar os outros.
6. Falhas na comunicação
Muitos dos utilizadores inundam os grupos e as caixas de correio dos seus contatos Linkedin com informação irrelevante ou imprópria para esses espaços. Cada grupo tem as suas regras para lançamento de discussões, partilha de informação promocional ou empregos. Tenha um cuidado especial para que outros membros não o considerem spammer e o eliminem das suas redes de contatos. A estratégia de comunicação deve ser ponderada para incluir conteúdo pertinente para a sua rede e não apenas os serviços da sua empresa. QUEREMOS CRIAR RELAÇÕES DURADOURAS!!!
O que devo fazer:
a. aproprie-se das regras de cada grupo Linkedin
b. partilhe conteúdo relativo à sua área de negócio; área de especialidade, área de interesse, área geográfica…
c. Não partilhe aquilo que não gosta que os outros partilhem na rede!
http://www.linkedportugal.com/2011/02/27/6-erros-comportamentais-a-evitar-no-linkedin/
A leitura deve ser uma coisa social! Publique uma mensagem nas suas redes sociais para que as outras pessoas saibam o que você está lendo. Selecione os sites abaixo e comece a compartilhar.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Mídias Sociais – Tá falando comigo?
Tcham! Lá vou eu falar de Mídias Sociais. Assunto meio “perigoso” já que surgiram tantos experts no assunto em tão pouco tempo. Fiquei preocupado. Aí pensei em abrir as dezenas de sites que existem sobre o assunto. Aí desisti. Aí sai na rua e perguntei para o padeiro, para o taxista, para a tia que vende coxinha, para minha mãe e para empregada. E voltei para escrever este texto.
Minha pequena (mas importante) pesquisa revelou que tudo que é definido é limitado. Explico: a tia da coxinha tem um computador em casa que não sabe usar (é da filha) mas todo dia cria e troca um conteúdo gerado por ela mesma: coxinhas recheadas com diferentes complementos. Troca pelo quê? Por dinheiro. Seria isso o mesmo que User Generated Content (UGC), ou seja, Conteúdo Gerado pelo Utilizador? Ela não sabe e continua vendendo suas coxinhas do mesmo jeito.
Expliquei para a empregada o que era Web 2.0. Eu não disse que “Web 2.0 é um termo criado em 2004 por uma empresa para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a “web como plataforma”, envolvendo wikis, aplicativos baseados em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação“. Disse que era um lugar para conhecer pessoas e trocar idéias, um lugar para se divertir. Aí ela entendeu. O salão de forró que ela frequenta nos fins de semana faz a mesma coisa.
Os demais exemplos seguem a mesma linha.
A “revolução” das Mídias Sociais parece tão inovadora quanto a invenção do telefone pelo italiano Antonio Meucci por volta de 1860. E realmente é porque blá, blá e blá mas não se trata de uma revolução. É apenas a evolução de dois sistemas que se encontraram: a mídia e a sociedade. Então porque as empresas continuam como aquele urso do desenho animado que corre com o corpo para um lado e a cabeça para o outro?
Ok, Fique comigo e não faça essa cara zangadinho(a) porque acabou de contratar um “especialista em Mídias Sociais”. O buraco é mais embaixo. Levou um bom tempo para sociedade aprender como usar o telefone e mais ainda para se acostumar com ele como uma solução de comunicação. Precisamos do especialista como UGCs? Não. E como empresas? Sim, mas com reservas.
Enquanto as empresas continuarem seguindo apenas os modismos da tecnologia sem aprimorar o seu próprio conteúdo, teremos o que se viu no flash mob de uma famosa marca de chocolate: um fiasco. Parece que tanto empresas quanto agências se esquecem que mídia significa “aquele que está no meio”. Para uma empresa o “aquele” deveria ser o cliente e não a ferramenta.
Para mídias sociais como o Twitter e o Facebook, o cliente chama-se mundo. E no mundo existem gregos, troianos e corintianos. Nem o melhor especialista em mídias sociais conseguiria agradar essa gente toda. Então pare de colocar a sua empresa em cada nova mídia social que aparece. Não vai dar certo. Invista nas pessoas.
Contrate mais pessoas de diferentes idades e segmentos que representem o seu consumidor. Converse com elas ao vivo, off line, olho no olho. Na agência, convide o Mídia para assistir palestras de gente legal como a do Augusto de Franco no TEDx São Paulo. Aproveita e leva a Pesquisa e o Planejamento também. Pessoas sempre serão as melhores ferramentas de comunicação.
Ou escolha achatar a sua mensagem no melhor estilo arrastão, não trabalhar com uma boa agência de propaganda que tenha um planejamento eficente (leia-se logística e pesquisa) e dê para o seu cliente papel picado quando ele espera chocolate. Para empresas assim, que continuam achando que só a ferramenta é suficiente, fiquem fora das mídias sociais: lá, ninguém quer falar com vocês.
*
As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.
Se você gostou deste artigo, assine o RSS feed da Casa do galo. Você também pode receber os artigos por e-mail.
marcos já escreveu 23 artigo(s) para a Casa do galo.
Leia as colunas anteriores do(a) marcos.
Este artigo tem as seguintes tags: Facebook, midias, redes, sociais, twitter, youtube
http://casadogalo.com/midias-sociais-ta-falando-comigo?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+casadogalo+(Casa+do+galo)
Minha pequena (mas importante) pesquisa revelou que tudo que é definido é limitado. Explico: a tia da coxinha tem um computador em casa que não sabe usar (é da filha) mas todo dia cria e troca um conteúdo gerado por ela mesma: coxinhas recheadas com diferentes complementos. Troca pelo quê? Por dinheiro. Seria isso o mesmo que User Generated Content (UGC), ou seja, Conteúdo Gerado pelo Utilizador? Ela não sabe e continua vendendo suas coxinhas do mesmo jeito.
Expliquei para a empregada o que era Web 2.0. Eu não disse que “Web 2.0 é um termo criado em 2004 por uma empresa para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a “web como plataforma”, envolvendo wikis, aplicativos baseados em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação“. Disse que era um lugar para conhecer pessoas e trocar idéias, um lugar para se divertir. Aí ela entendeu. O salão de forró que ela frequenta nos fins de semana faz a mesma coisa.
Os demais exemplos seguem a mesma linha.
A “revolução” das Mídias Sociais parece tão inovadora quanto a invenção do telefone pelo italiano Antonio Meucci por volta de 1860. E realmente é porque blá, blá e blá mas não se trata de uma revolução. É apenas a evolução de dois sistemas que se encontraram: a mídia e a sociedade. Então porque as empresas continuam como aquele urso do desenho animado que corre com o corpo para um lado e a cabeça para o outro?
Ok, Fique comigo e não faça essa cara zangadinho(a) porque acabou de contratar um “especialista em Mídias Sociais”. O buraco é mais embaixo. Levou um bom tempo para sociedade aprender como usar o telefone e mais ainda para se acostumar com ele como uma solução de comunicação. Precisamos do especialista como UGCs? Não. E como empresas? Sim, mas com reservas.
Enquanto as empresas continuarem seguindo apenas os modismos da tecnologia sem aprimorar o seu próprio conteúdo, teremos o que se viu no flash mob de uma famosa marca de chocolate: um fiasco. Parece que tanto empresas quanto agências se esquecem que mídia significa “aquele que está no meio”. Para uma empresa o “aquele” deveria ser o cliente e não a ferramenta.
Para mídias sociais como o Twitter e o Facebook, o cliente chama-se mundo. E no mundo existem gregos, troianos e corintianos. Nem o melhor especialista em mídias sociais conseguiria agradar essa gente toda. Então pare de colocar a sua empresa em cada nova mídia social que aparece. Não vai dar certo. Invista nas pessoas.
Contrate mais pessoas de diferentes idades e segmentos que representem o seu consumidor. Converse com elas ao vivo, off line, olho no olho. Na agência, convide o Mídia para assistir palestras de gente legal como a do Augusto de Franco no TEDx São Paulo. Aproveita e leva a Pesquisa e o Planejamento também. Pessoas sempre serão as melhores ferramentas de comunicação.
Ou escolha achatar a sua mensagem no melhor estilo arrastão, não trabalhar com uma boa agência de propaganda que tenha um planejamento eficente (leia-se logística e pesquisa) e dê para o seu cliente papel picado quando ele espera chocolate. Para empresas assim, que continuam achando que só a ferramenta é suficiente, fiquem fora das mídias sociais: lá, ninguém quer falar com vocês.
*
As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.
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Marcos Oliveira, 40, é redator publicitário e casado com a Arte (porque amante já tem muito). Não acredita em corretor ortográfico e detesta acordar cedo para descobrir depois que a reunião de briefing foi cancelada. Seu blog de variedades possui apenas um seguidor: ele mesmo e suas duplas personalidades. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quartas-feiras.
marcosredator@hotmail.com | http://twitter.com/marcosredator
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Como conseguir um emprego através do Facebook
Escrito por: Claudia Valls
2 comentário(s)
Se você está a procura de um emprego, pergunte-se se já teclou todas as pesquisas possíveis. Deu uma olhada no Catho e/ou tornou o Linkedin sua pagina principal? Deixou acertada todas as combinações de palavras chave que podem remeter a um trabalho no Google Alert? Checou o Facebook?
Enquanto a gigante das redes é mais conhecida por provocar demissões, ela é, ao mesmo tempo, um grande e inexplorado campo de pesquisa quando se trata de “job hunting”. Com 500 milhões de usuários, o site tem o potencial de ser um dos maiores locais para este tipo de atividade. Mas, achar um emprego através do Facebook nada tem a ver com amolar amigos e escrever em seus news feed “desempregado e procurando trabalho – ajudem-me”. É muito mais sobre tornar a sua página um local de negócios e não de lamúrias.
Ao se juntar a grupos, manter-se atento aos updates dos amigos e ficar ligado em sua própria sua rede pode transformar o Facebook em um site que faz muito mais por você do que apenas o manter informado. Aqui vão cinco dicas para tornar o Facebook em mais um meio de pesquisa para se conseguir um emprego.
1 – Leia seus feeds - a americana Amanda Flahive é conhecida como a Diva dos detalhes na Sevans Strategy, uma empresa de relações públicas e consultoria de mídia de Chicago. Ela conseguiu seu trabalho através do Facebook. Apesar de conhecer Sarah Evans, CEO da companhia, desde a época da faculdade, Amanda e Sarah haviam perdido o contato, que foi retomado em um casamento. As duas se tornaram amigas no Facebook para continuarem a se falar. Um dia, Amanda, lendo seus news feeds, deu de cara com um anúncio que dizia “Mora em Chicago e é meticulosa? Estou procurando alguém para trabalhar trinta horas por semana, checando emails e marcando viagens. Mande um email para Jen (assistente de Sarah na época) para mais detalhes”. Amanda chegou a conclusão que não teria nada a perder, pois conhecia Sarah tanto pessoal quanto profissionalmente. Sarah a chamou para uma entrevista. As duas conversaram sobre cargos e Sarah contratou Amanda através de uma mensagem direta no Facebook. Alias, ela só anunciou a vaga de trabalho via Facebook e Twitter.
2 – Seja ativo em seus grupos – o desenvolvedor de web Enrico Bianco trabalha no Post Rank, mas encontrou seu trabalho anterior criando um aplicativo para a Canadian Society of Immigration Consultants, pelo simples fato de ter-se juntado ao grupo no Facebook. Bianco estava no meio de uma pesquisa de emprego, procurando mudar de área. À época, ele desenvolvia, basicamente, programas em Java e queria atuar em Ruby on Rails (um framework de desenvolvimento web). “Comecei a utilizar as redes sociais de forma agressiva, além de continuar procurando trabalho nos sites especializados”. Casualmente, encontrou um grupo no Facebook para a comunidade de Ruby on Rails de Toronto e deixou uma mensagem no fórum de discussão dizendo que tinha algo a oferecer, caso alguém estivesse a procura de um desenvolvedor deste framework. Mais tarde, ele recebeu a mensagem do adminitrador do sistema, que lhe pediu seu currículo, o que os levou a uma entrevista e, na seqüência, Bianco conseguiu o emprego. Enrico comenta que um dos motivos de sua admissão foi o fato de terem percebido o quão ele era ativo no grupo.
3 – “Curta” ou se torne “Amigo” das companhias com as quais gostaria de trabalhar - Sandra Aaron é uma planejadora de eventos que pretendia expandir seus horizontes, organizando luas de mel também. Logo notou que precisaria conhecer melhor a indústria de viagens e resolveu procurar uma vaga em uma agência. Sandra pesquisou várias companhias, mas a que mais lhe interessava exigia um mínimo de 20 anos de experiência no ramo, algo que ela não tinha. Um dia, lendo o status update da pagina da empresa no Facebook, verificou que estavam procurando conselheiros de viagem com experiência. Sem nada a perder, ela resolveu perguntar se alguma vez haviam trabalhado com planejadores de casamento. Poucas semanas depois, recebeu uma mensagem do marketing da empresa onde diziam que gostariam de enviar seu currículo para a pessoa certa. Moral da história: o general manager ficou tão bem impressionado que marcou uma entrevista. Atualmente, Sandra é uma contratada independente da companhia, coisa que não aconteceria se não estivesse de olho no Facebook.
4 – Participe de um concurso – Andrew Miller conseguiu seu estágio na Fast Horse, uma firma de marketing de Minneapolis, em um concurso do Facebook. A empresa anunciou que o novo estagiário seria aquele que conseguisse mais “Likes” em uma semana. Miller logo começou a trabalhar em sua “campanha”. “Eu tentei entrar em todas as redes sociais das quais fazia parte e escrevi a seguinte mensagem: ‘Se voce tiver uns minutos extras, poderia me ajudar a conseguir o estágio dos meus sonhos? Tudo o que precisam fazer é “curtir” a minha pagina”. Conseguiu 725 “Likes” e a vaga. Miller terminou seu período de três meses e teve seu estágio estendido por
mais três, o que leva a crer que logo será contratado.
5 – Inicie o dialogo - A Fast Horse, empresa que contratou Andrew Miller, acredita no Facebook para o processo de contratação, diz seu diretor de criação e cofundador Jorg Pierach. Quando a firma lançou sua página no Facebook, não pretendiam que o veiculo se tornasse meramente um megafone apregoando os feitos da companhia, mas sim como uma forma de interagir que candidatos em potencial, além de fazer uma espécie de entrevista digital. A companhia direciona os usuários que procuram por uma oportunidade para sua pagina no site para que seus funcionários possam compartilhar informações sobre a empresa, sua cultura e o que fazem.
Ao invés de currículos que desaparecem em alguma pilha de papéis, as empresas, agora, tem uma maneira de manterem contato com seus candidatos. A própria Fast Horse começou a fazer contratações desta forma. Pierach conta que há um ano e meio começaram a contratar alguns funcionários através das redes. “Os candidates iniciam o diálogo e, quando abre uma vaga para a posição do postulante, já temos uma boa idéia de quem pormos considera para o cargo”, finaliza.
Se você quer saber mais sobre redes sociais, frequente o nosso curso “Redes Sociais para Negócios”, que será ministrado em São Paulo e Rio de Janeiro.
http://www.idigo.com.br/blog/
2 comentário(s)
Se você está a procura de um emprego, pergunte-se se já teclou todas as pesquisas possíveis. Deu uma olhada no Catho e/ou tornou o Linkedin sua pagina principal? Deixou acertada todas as combinações de palavras chave que podem remeter a um trabalho no Google Alert? Checou o Facebook?
Enquanto a gigante das redes é mais conhecida por provocar demissões, ela é, ao mesmo tempo, um grande e inexplorado campo de pesquisa quando se trata de “job hunting”. Com 500 milhões de usuários, o site tem o potencial de ser um dos maiores locais para este tipo de atividade. Mas, achar um emprego através do Facebook nada tem a ver com amolar amigos e escrever em seus news feed “desempregado e procurando trabalho – ajudem-me”. É muito mais sobre tornar a sua página um local de negócios e não de lamúrias.
Ao se juntar a grupos, manter-se atento aos updates dos amigos e ficar ligado em sua própria sua rede pode transformar o Facebook em um site que faz muito mais por você do que apenas o manter informado. Aqui vão cinco dicas para tornar o Facebook em mais um meio de pesquisa para se conseguir um emprego.
1 – Leia seus feeds - a americana Amanda Flahive é conhecida como a Diva dos detalhes na Sevans Strategy, uma empresa de relações públicas e consultoria de mídia de Chicago. Ela conseguiu seu trabalho através do Facebook. Apesar de conhecer Sarah Evans, CEO da companhia, desde a época da faculdade, Amanda e Sarah haviam perdido o contato, que foi retomado em um casamento. As duas se tornaram amigas no Facebook para continuarem a se falar. Um dia, Amanda, lendo seus news feeds, deu de cara com um anúncio que dizia “Mora em Chicago e é meticulosa? Estou procurando alguém para trabalhar trinta horas por semana, checando emails e marcando viagens. Mande um email para Jen (assistente de Sarah na época) para mais detalhes”. Amanda chegou a conclusão que não teria nada a perder, pois conhecia Sarah tanto pessoal quanto profissionalmente. Sarah a chamou para uma entrevista. As duas conversaram sobre cargos e Sarah contratou Amanda através de uma mensagem direta no Facebook. Alias, ela só anunciou a vaga de trabalho via Facebook e Twitter.
2 – Seja ativo em seus grupos – o desenvolvedor de web Enrico Bianco trabalha no Post Rank, mas encontrou seu trabalho anterior criando um aplicativo para a Canadian Society of Immigration Consultants, pelo simples fato de ter-se juntado ao grupo no Facebook. Bianco estava no meio de uma pesquisa de emprego, procurando mudar de área. À época, ele desenvolvia, basicamente, programas em Java e queria atuar em Ruby on Rails (um framework de desenvolvimento web). “Comecei a utilizar as redes sociais de forma agressiva, além de continuar procurando trabalho nos sites especializados”. Casualmente, encontrou um grupo no Facebook para a comunidade de Ruby on Rails de Toronto e deixou uma mensagem no fórum de discussão dizendo que tinha algo a oferecer, caso alguém estivesse a procura de um desenvolvedor deste framework. Mais tarde, ele recebeu a mensagem do adminitrador do sistema, que lhe pediu seu currículo, o que os levou a uma entrevista e, na seqüência, Bianco conseguiu o emprego. Enrico comenta que um dos motivos de sua admissão foi o fato de terem percebido o quão ele era ativo no grupo.
3 – “Curta” ou se torne “Amigo” das companhias com as quais gostaria de trabalhar - Sandra Aaron é uma planejadora de eventos que pretendia expandir seus horizontes, organizando luas de mel também. Logo notou que precisaria conhecer melhor a indústria de viagens e resolveu procurar uma vaga em uma agência. Sandra pesquisou várias companhias, mas a que mais lhe interessava exigia um mínimo de 20 anos de experiência no ramo, algo que ela não tinha. Um dia, lendo o status update da pagina da empresa no Facebook, verificou que estavam procurando conselheiros de viagem com experiência. Sem nada a perder, ela resolveu perguntar se alguma vez haviam trabalhado com planejadores de casamento. Poucas semanas depois, recebeu uma mensagem do marketing da empresa onde diziam que gostariam de enviar seu currículo para a pessoa certa. Moral da história: o general manager ficou tão bem impressionado que marcou uma entrevista. Atualmente, Sandra é uma contratada independente da companhia, coisa que não aconteceria se não estivesse de olho no Facebook.
4 – Participe de um concurso – Andrew Miller conseguiu seu estágio na Fast Horse, uma firma de marketing de Minneapolis, em um concurso do Facebook. A empresa anunciou que o novo estagiário seria aquele que conseguisse mais “Likes” em uma semana. Miller logo começou a trabalhar em sua “campanha”. “Eu tentei entrar em todas as redes sociais das quais fazia parte e escrevi a seguinte mensagem: ‘Se voce tiver uns minutos extras, poderia me ajudar a conseguir o estágio dos meus sonhos? Tudo o que precisam fazer é “curtir” a minha pagina”. Conseguiu 725 “Likes” e a vaga. Miller terminou seu período de três meses e teve seu estágio estendido por
mais três, o que leva a crer que logo será contratado.
5 – Inicie o dialogo - A Fast Horse, empresa que contratou Andrew Miller, acredita no Facebook para o processo de contratação, diz seu diretor de criação e cofundador Jorg Pierach. Quando a firma lançou sua página no Facebook, não pretendiam que o veiculo se tornasse meramente um megafone apregoando os feitos da companhia, mas sim como uma forma de interagir que candidatos em potencial, além de fazer uma espécie de entrevista digital. A companhia direciona os usuários que procuram por uma oportunidade para sua pagina no site para que seus funcionários possam compartilhar informações sobre a empresa, sua cultura e o que fazem.
Ao invés de currículos que desaparecem em alguma pilha de papéis, as empresas, agora, tem uma maneira de manterem contato com seus candidatos. A própria Fast Horse começou a fazer contratações desta forma. Pierach conta que há um ano e meio começaram a contratar alguns funcionários através das redes. “Os candidates iniciam o diálogo e, quando abre uma vaga para a posição do postulante, já temos uma boa idéia de quem pormos considera para o cargo”, finaliza.
Se você quer saber mais sobre redes sociais, frequente o nosso curso “Redes Sociais para Negócios”, que será ministrado em São Paulo e Rio de Janeiro.
http://www.idigo.com.br/blog/
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Redes sociais
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Andrew McAfee recomenda participação ativa nas redes sociais
Andrew McAfee recomenda participação ativa nas redes sociais
Durante a primeira parte do Seminário HSM Andrew McAfee, que está sendo realizado nesta segunda-feira, 4, no Rio de Janeiro, o palestrante recomendou as seguintes dicas diante das redes sociais:
1 - Participe das comunidades: não fique fora deste novo cenário, entre e se relacione com outras pessoas que possuam algo em comum com você.
2 – Construa social network: utilizando, principalmente, o LinkedIn, as pessoas podem estabelecer bons contatos profissionais.
3 – Siga pessoas interessantes: além de ser seguido, você deve seguir pessoas interessantes, com opiniões que agregam.
4 – Produza, não apenas consuma: ler conteúdo é bom, mas participar através da produção de conteúdo também é importante. Publique fotos, mensagens no Twitter, crie blogs e comunidades. Produza.
Acompanhe a nossa cobertura do #andrewmcafee no twitter.com/hsmonline
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Redobre os cuidados com o encurtamento de URLs no Twitter
As tendências para 2010 no que se refere às ameaças virtuais passam pelo aumento no número de ocorrências com softwares fraudulentos, infecção de serviços de encurtamento de URLs – recurso muito utilizado no Twitter para compactar endereços de internet -, spams em serviços de comunicação instantânea em vários idiomas, incluindo o português.
Os perigos digitais também envolvem o que os especialistas chamam de malware especializado, que pode ser entendido como o uso de códigos maliciosos destinados a serviços específicos, como smartphones e caixa eletrônicos.
Esse é o resumo do cenário que a empresa de segurança Symantec projeta para o próximo ano.
Muitas das ameaças já são conhecidas. O que chama atenção da companhia é a sofisticação e a perspectiva de aumento no número de determinadas ocorrências.
“O uso de URLs mascaradas vai crescer, porque envolve uma grande utilização por parte das pessoas. A intenção é enganar o usuário ao fazê-lo pensar que irá acessar determinado site, quando na verdade ele será direcionado para um local infectado”, afirma o diretor de engenharia da Symantec, Paulo Vendramini.
“Outra modalidade que merece atenção é o uso de softwares fraudulentos. Nesse caso, os criminosos vendem programas que pretensamente são de segurança, mas que tem o objetivo real de roubar senhas e outros dados do usuário”, diz.
“Deve-se observar que há uma especialização no perfil das ameaças. Assim, códigos maliciosos para smartphones também se mostram comuns agora”.
Fonte: IDGNow
Fonte: http://www.dnt.adv.br/noticias/redobre-os-cuidados-com-o-encurtamento-de-urls-no-twitter/
Redes sociais ganham apelo profissional
As redes sociais, antes consideradas um espaço para adolescentes, são agora usados para negócios.
Desde 2005, David de Oliveira Lemes tem seu currículo na rede social
LinkedIn, uma espécie de “orkut” da vida profissional. Até o ano
passado, no entanto, ele — assim como muitas outras pessoas cadastradas
na rede — não tinha encontrado ainda uma utilidade prática para o
endereço virtual. “Nunca tinha atualizado meu currículo”, lembra. “Só
fui fazer isso em agosto do ano passado, porque um amigo disse que
tinha recebido uns contatos de emprego [por meio do LinkedIn].”
Dez
dias depois de ter recheado seu currículo de informações, Lemes teve
uma surpresa: ele foi “descoberto” por uma consultoria de recursos
humanos. “Não pensei que seria tão rápido assim”, diz. Em outubro do
ano passado, ele trocou seu antigo emprego, como designer no núcleo de
mídias da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, para
assumir a supervisão de mídias digitais do Ibmec, também de São Paulo.
Lemes
não é o único exemplo de uma tendência cada vez mais forte na internet.
As redes sociais, popularizadas por sites como Orkut, MySpace e
Facebook, estão deixando de ser um mero passatempo virtual de
adolescente. Em vez disso, essas teias — formadas por pessoas
desconhecidas entre si, mas que podem obter benefícios reais ao se
encontrarem na web —, tem atraído muitos adultos interessados em
transformá-las em uma ferramenta de negócios na vida real.
As
redes sociais são um fenômeno recente, mas remetem à teorias que já têm
décadas, como a dos seis graus de separação. A lógica é de que há uma
teia invisível ligando as pessoas.
O LinkedIn é um
exemplo disso. Classificado como uma rede profissional, o site é usado
para tarefas como recrutar pessoal, encontrar emprego e fazer contatos.
Até agora, nada menos que 26 milhões de pessoas já criaram páginas com
suas informações profissionais no LinkedIn— metade delas nos Estados
Unidos.
É o caso de Fabio Fzero, especialista na
programação “ruby on rails” — uma espécie de linguagem para a internet.
Ele estava procurando emprego quando recebeu uma proposta. “Meu atual
chefe estava pesquisando profissionais que dominassem esse tipo de
programação no LinkedIn e acabou me encontrando”, conta. Em pouco menos
de um mês, Fzero estava de mudança do Rio para São Paulo. Em fevereiro,
ele assumiu a posição de programador de um projeto para toques de
celular da Arvato Mobile Brasil, empresa de tecnologia que oferece
serviços para celular e é controlada pela gigante européia Bertelsmann.
Além
dos usuários, os investidores também começam a enxergar o potencial
desse emaranhado de dados pessoais. Fundado em 2003 e sediado no Vale
do Silício, na Califórnia, o LinkedIn está avaliado emmais de US$ 1
bilhão. A estimativa da companhia é alcançar receita entre US$ 75
milhões e US$ 100 milhões neste ano, mais que o dobro do registrado em
2007.
Os grandes grupos já farejavam a oportunidade de
investimento. O Orkut, adquirido pelo Google, é hoje a rede social mais
popular entre os usuários brasileiros. São 60 milhões de membros no
mundo, mais da metade deles no Brasil. Já o conglomerado de mídia News
Corp. pagou US$ 580 milhões, há três anos, para adquirir o MySpace.
O
Facebook teve seu valor de mercado rebaixado recentemente em relação à
estimativa inicial, de US$ 15 bilhões. Mesmo assim, o preço continua na
casa dos nove zeros: o site vale cerca de US$ 5 bilhões. Outro exemplo
é o da AOL, que neste ano pagou US$ 850 milhões pelo Bebo, rede social
mais popular do Reino Unido, com mais de 40 milhões de membros.
Na
maioria dos casos, ainda sequer foi encontrado um modelo de negócio
lucrativo. De qualquer forma, os grupos querem posicionar-se para
garantir seu espaço. No LinkedIn, a adesão é gratuita, mas a empresa
definiu quatro pilares de vendas: anúncios on-line, classificados de
emprego, pacotes para empresas e ferramentas mais sofisticadas para
usuários. A competição é crescente. No mesmo segmento do LinkedIn, por exemplo, competem o Plaxo e o Jigsaw.
Florencia
Pettigrew, há cinco meses no posto de gerente de marketing
internacional do LinkedIn, encontrou a vaga no próprio site. A
executiva é argentina, mas morava em Genebra quando seu marido disse
que eles precisariam mudar para a Califórnia. “Já participava do
LinkedIn e comecei a buscar ofertas, quando descobri o emprego”, conta.
Há 225 grupos no LinkedIn relacionados ao Brasil e a versão do serviço
em português vai sair em breve, diz a executiva.
O uso
das redes sociais vai além de obter empregos. O advogado Renato Opice
Blum, especializado em direito eletrônico, acelerou uma ação judicial
devido a um contato de uma rede social. “Não lembro se foi no LinkedIn
ou no Plaxo. Mas se não tivesse o contato, teria demorado mais para
resolver a questão”, diz.
Alexandre Atheniense, outro
advogado especializado em direito de informática, é fã das redes
sociais. “Participo do Plaxo, LinkedIn, Facebook, Orkut, Myspace, além
de 15 listas de discussões e um blog”, conta. “Acredito ter uma rede de
20 mil pessoas.”
Atheniense está usando essa
visibilidade para difundir seu novo projeto: um curso à distância com
temas de direito, previsto para setembro. “Comecei a fazer a divulgação
há 20 dias e hoje tenho 100 inscritos”, diz o advogado.
Fonte: Jornal Valor Econômico – 25 de agosto – Caderno Tecnologia & Comunicações
Fonte: http://www.dnt.adv.br/midia-publicacoes/entrevistas/redes-sociais-ganham-apelo-profissional/
Desde 2005, David de Oliveira Lemes tem seu currículo na rede social
LinkedIn, uma espécie de “orkut” da vida profissional. Até o ano
passado, no entanto, ele — assim como muitas outras pessoas cadastradas
na rede — não tinha encontrado ainda uma utilidade prática para o
endereço virtual. “Nunca tinha atualizado meu currículo”, lembra. “Só
fui fazer isso em agosto do ano passado, porque um amigo disse que
tinha recebido uns contatos de emprego [por meio do LinkedIn].”
Dez
dias depois de ter recheado seu currículo de informações, Lemes teve
uma surpresa: ele foi “descoberto” por uma consultoria de recursos
humanos. “Não pensei que seria tão rápido assim”, diz. Em outubro do
ano passado, ele trocou seu antigo emprego, como designer no núcleo de
mídias da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, para
assumir a supervisão de mídias digitais do Ibmec, também de São Paulo.
Lemes
não é o único exemplo de uma tendência cada vez mais forte na internet.
As redes sociais, popularizadas por sites como Orkut, MySpace e
Facebook, estão deixando de ser um mero passatempo virtual de
adolescente. Em vez disso, essas teias — formadas por pessoas
desconhecidas entre si, mas que podem obter benefícios reais ao se
encontrarem na web —, tem atraído muitos adultos interessados em
transformá-las em uma ferramenta de negócios na vida real.
As
redes sociais são um fenômeno recente, mas remetem à teorias que já têm
décadas, como a dos seis graus de separação. A lógica é de que há uma
teia invisível ligando as pessoas.
O LinkedIn é um
exemplo disso. Classificado como uma rede profissional, o site é usado
para tarefas como recrutar pessoal, encontrar emprego e fazer contatos.
Até agora, nada menos que 26 milhões de pessoas já criaram páginas com
suas informações profissionais no LinkedIn— metade delas nos Estados
Unidos.
É o caso de Fabio Fzero, especialista na
programação “ruby on rails” — uma espécie de linguagem para a internet.
Ele estava procurando emprego quando recebeu uma proposta. “Meu atual
chefe estava pesquisando profissionais que dominassem esse tipo de
programação no LinkedIn e acabou me encontrando”, conta. Em pouco menos
de um mês, Fzero estava de mudança do Rio para São Paulo. Em fevereiro,
ele assumiu a posição de programador de um projeto para toques de
celular da Arvato Mobile Brasil, empresa de tecnologia que oferece
serviços para celular e é controlada pela gigante européia Bertelsmann.
Além
dos usuários, os investidores também começam a enxergar o potencial
desse emaranhado de dados pessoais. Fundado em 2003 e sediado no Vale
do Silício, na Califórnia, o LinkedIn está avaliado emmais de US$ 1
bilhão. A estimativa da companhia é alcançar receita entre US$ 75
milhões e US$ 100 milhões neste ano, mais que o dobro do registrado em
2007.
Os grandes grupos já farejavam a oportunidade de
investimento. O Orkut, adquirido pelo Google, é hoje a rede social mais
popular entre os usuários brasileiros. São 60 milhões de membros no
mundo, mais da metade deles no Brasil. Já o conglomerado de mídia News
Corp. pagou US$ 580 milhões, há três anos, para adquirir o MySpace.
O
Facebook teve seu valor de mercado rebaixado recentemente em relação à
estimativa inicial, de US$ 15 bilhões. Mesmo assim, o preço continua na
casa dos nove zeros: o site vale cerca de US$ 5 bilhões. Outro exemplo
é o da AOL, que neste ano pagou US$ 850 milhões pelo Bebo, rede social
mais popular do Reino Unido, com mais de 40 milhões de membros.
Na
maioria dos casos, ainda sequer foi encontrado um modelo de negócio
lucrativo. De qualquer forma, os grupos querem posicionar-se para
garantir seu espaço. No LinkedIn, a adesão é gratuita, mas a empresa
definiu quatro pilares de vendas: anúncios on-line, classificados de
emprego, pacotes para empresas e ferramentas mais sofisticadas para
usuários. A competição é crescente. No mesmo segmento do LinkedIn, por exemplo, competem o Plaxo e o Jigsaw.
Florencia
Pettigrew, há cinco meses no posto de gerente de marketing
internacional do LinkedIn, encontrou a vaga no próprio site. A
executiva é argentina, mas morava em Genebra quando seu marido disse
que eles precisariam mudar para a Califórnia. “Já participava do
LinkedIn e comecei a buscar ofertas, quando descobri o emprego”, conta.
Há 225 grupos no LinkedIn relacionados ao Brasil e a versão do serviço
em português vai sair em breve, diz a executiva.
O uso
das redes sociais vai além de obter empregos. O advogado Renato Opice
Blum, especializado em direito eletrônico, acelerou uma ação judicial
devido a um contato de uma rede social. “Não lembro se foi no LinkedIn
ou no Plaxo. Mas se não tivesse o contato, teria demorado mais para
resolver a questão”, diz.
Alexandre Atheniense, outro
advogado especializado em direito de informática, é fã das redes
sociais. “Participo do Plaxo, LinkedIn, Facebook, Orkut, Myspace, além
de 15 listas de discussões e um blog”, conta. “Acredito ter uma rede de
20 mil pessoas.”
Atheniense está usando essa
visibilidade para difundir seu novo projeto: um curso à distância com
temas de direito, previsto para setembro. “Comecei a fazer a divulgação
há 20 dias e hoje tenho 100 inscritos”, diz o advogado.
Fonte: Jornal Valor Econômico – 25 de agosto – Caderno Tecnologia & Comunicações
Fonte: http://www.dnt.adv.br/midia-publicacoes/entrevistas/redes-sociais-ganham-apelo-profissional/
Guia dá dicas para você não pagar micos e ainda se dar bem no Orkut
02/03/09 - 10h03 - Atualizado em 02/03/09 - 12h38
Guia dá dicas para você não pagar micos e ainda se dar bem no Orkut
G1 ouviu consultores de imagens, cantores, apresentadores e blogueiros.Eles contam o que perfis devem ter e quais os pecados das redes sociais.
saiba mais
As evidências dos equívocos estão, por exemplo, naquela foto em que o usuário aparece refletido no espelho do banheiro, na sequência de imagens que mostra a bebedeira do último churrasco, na péssima frase do "quem sou eu" ou na escolha de comunidades, digamos, inapropriadas.
Leia também: Localizador de pessoas do Google põe privacidade em xeque; saiba usar
Para evitar que você pague micos nas redes sociais – e por uma dessas infelicidades acabe parando no site Pérolas do Orkut --, o G1 elaborou um guia com dicas para fazer bonito nos sites de relacionamento. Consultores de imagem, apresentadores de TV, blogueiros e também um humorista contam o que um perfil descolado deve ter e o conteúdo do qual os usuários devem fugir ("corrão", como se aconselha no Twitter).
Foto: May Edelstein/Divulgação
2) Comunidades bem escolhidas, afinal elas revelam a sua personalidade. As bandas do momento, os lugares bacanas que você frequenta e nada de comunidades bregas, porque elas acabam com a reputação!
3) Outra boa ideia é manter seu scrapbook organizado, deletar as propagandas e aqueles recados ctrl c+v (copiados e colados).
4) Nada de excesso de joguinhos e outras coisinhas na página principal, porque acaba sendo poluição demais.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Jamais revele seu endereço. Muita gente coloca o telefone, porque usa o Orkut para arranjar trabalho. Mesmo assim, quem realmente tiver interesse pode muito bem contatar por e-mail.
Antes de publicar qualquer foto, recomendo que pense bem se ela pode ser vista por qualquer pessoa. E qualquer pessoa inclui chefe, colegas de trabalho, colegas de escola/faculdade, família, professores e até mesmo tarados e assaltantes.
Menores de idade devem tomar ainda mais cuidado e não entrar em comunidades que revelem os lugares que frequenta (especialmente escola), para evitar a possibilidade de sequestro. Melhor se prevenir do que remediar.
Foto: Arquivo pessoal
Acho que ser você mesmo e fugir do modismo é o caminho para ter um perfil "cool".
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Frases manjadas no “quem sou eu”, tais como: "sua inveja faz minha fama", "a força da sua inveja é a velocidade do meu sucesso", "pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo", "quem se descreve se limita", "gostou??? Pega senha!!!”, “me odeia? Tente me superar” e “só add quem conheço”.
Outra coisa que não pega bem é colocar no próprio livro de recados a frase “scrap lido, respondido e apagado”. Se a pessoa quer ler, responder e apagar, precisa deixar avisado para quem vai enviar um recado?
Também entra para a lista do que não se deve fazer participar de jogos em comunidades do tipo “beija ou passa", "tente escrever seu nome com o cotovelo", "o que você acha da pessoa acima" e "chuta ou leva pra casa". E um futuro empregador pode não gostar de encontrar um candidato em comunidades como "a preguiça mata? Morri", "odeio trabalhar", "odeio acordar cedo", "bebo até cair" e "odeio meu patrão". Podem ser fatores negativos na hora de uma possível contratação.
No álbum de fotos, pega mal colocar imagens feitas com o celular, em que a pessoa aparece em frente ao espelho do banheiro, do elevador e do quarto, por exemplo. Custa pedir para alguém bater uma foto sua? Aquelas imagens com pessoas fazendo biquinho e o V da vitória também são super clichês.
Foto: Priscila Prade/Divulgação
Bom senso, boas intenções e respeito. Aprecio fotos com conteúdo, divulgação cultural e comunidades interessantes.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Informação com conteúdo pornográfico, preconceituoso e informações pessoais que expõem a vida da pessoa, de forma que ela se coloque em risco.
Foto: Divulgação
Ele deve ser verdadeiro e um pouco diferente, para despertar o interesse -- porém, sem exageros. Acredito que a pessoa está ali para mostrar seus interesses, hobbies e gostos pessoais, mas isso não significa que o usuário precise de coisas mirabolantes para chamar atenção.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Apesar de o Orkut ter uma conotação mais pessoal do que profissional, muitas empresas e empregadores investigam via internet o perfil do candidato a uma vaga na empresa. Por isso deve-se ter cuidado com as informações que colocamos ali. É sua “imagem virtual” que está em jogo e, creia, ela vai se tornar real para alguém.
Por isso, não aconselho colocar fotos sensuais, imagens que mostram a pessoa bêbada, críticas a determinados usuários do Orkut. Também desaconselho discussões no Orkut.
Foto: Divulgação
Invista em um bom avatar. 90% dos amigos virtuais em potencial vão julgar você única e exclusivamente baseados em um quadradinho 3x4. Tenha algo chamativo, que motive os outros a entrarem no seu perfil e descobrirem mais sobre você.
Arrume uma foto no seu melhor ângulo. Se não tiver nenhum ângulo bom, apele para algum personagem que você goste. Mas evite cartoons e mascotes de time de futebol. Vá para um lado mais misterioso, menos óbvio, como o "coadjuvante simpático" de algum filme ou série de sucesso. Aquele carinha árabe do “Lost”, por exemplo.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Não use comunidades para afirmar o que você é/está sentindo. Tem pessoas que colecionam comunidades como se fossem figurinhas, só pelos nomes ou imagens engraçadas. Já vi pessoas com mais de 500. Nessa situação você acaba esquecendo ou deixando a manutenção delas de lado. Aí existem boas chances de comunidades como "Eu odeio meu chefe” ou "Se vacilar a fila anda", que você entrou faz tempo, em uma outra situação, com uma outra cabeça ou com o objetivo de mandar o recado para outras pessoas, acabarem magoando seu atual chefe, namorado e amigos.
Foto: Arquivo Pessoal
Deve identificar o dono do perfil como referência intelectual ou exemplo de sucesso pessoal/profissional para os grupos sociais que ele já faz ou almeja fazer parte. Mas, independente de para quem o sujeito queira aparecer, é bom evitar tudo aquilo que não é novidade pra ninguém: letras de música batidas na descrição, frases-clichê nas legendas de foto, comunidades inúteis como "eu odeio acordar cedo" (quem gosta?) e todo tipo de coisa óbvia, simplesmente porque o óbvio é desinteressante.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Se você liga para o que os outros pensam, não deve publicar informações que o seu grupo social classifica como negativas. Quem quer se entrosar com os playboys fúteis da faculdade, por exemplo, não pode mostrar as fotos do final de semana na Praia Grande ao lado do Uno Mille 96 do pai. Assim como não pega bem exibir no álbum as bebedeiras do final de semana se o seu chefe for careta.
Foto: Divulgação
As mulheres devem evitar a vulgaridade. Já os homens devem evitar demonstrar que são os “bons”, os “gostosos da parada”. Quando falamos de imagem, vale a regra "mais é sempre menos".
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Fotos da família, por segurança.
Foto: Divulgação
Acho que a principal questão é o que não deve ter, como os fakes de pessoas famosas e comunidades de cunho sexual. Acho bizarro alguém dizer "você viu? Tenho o Roberto Carlos no Orkut, agora to esperando o Obama me adicional". Para ser descolado, seja verdadeiro, porém agradável!
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Não pega muito bem divulgar imagens de pessoas peladonas. Imagina você ver o Roberto Carlos fake pelado? Também não acho legal divulgar informações pessoais: tem muita gente maluca no mundo.
Foto: Divulgação
O principal propósito do Orkut, a meu ver, é manter o contato com os amigos. Nessa rotina atual em que as pessoas têm cada vez menos tempo para encontrar os outros, o Orkut acaba ajudando bastante a manter esse laço de amizade, por ser uma forma de contato fácil e rápida. O perfil deve ser direcionado para esses amigos, com fotos antigas, fotos novas e informações básicas do que está acontecendo na vida da pessoa.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Há pessoas que colocam informações demais, deixam os outros saberem muito sobre suas vidas. Entram em detalhes do trabalho, da vida pessoal. Eu não consigo ser assim, sinto que estão invadindo minha privacidade. Quanto às fotos, também existem as que são apropriadas e as que não são. Tem gente que não percebe isso.
Foto: Divulgação
Esse tipo de perfil tem de ter poucos amigos. Gente que tem muitos amigos em redes sociais não é descolada, é arroz de festa.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Você nunca deve colocar uma foto seminu no Orkut e muito menos “poesias cabeça” que deixam você com pinta de mala.
Foto: Divulgação
O Bolsa de Mulher reúne somente mulheres e, por isso, tem uma dinâmica bem própria de funcionamento, diferente das demais redes sociais. No Bolsa, as usuárias se reúnem e se adicionam porque têm interesses em comum. Isso faz com que elas queiram ser muito sinceras em seus perfis, porque sabem que não precisam impressionar ninguém.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Não é bacana colocar nenhuma informação que, de alguma maneira, tenha qualquer cunho discriminatório de qualquer natureza.
Sylvia Cesário Pereira, 33
Consultora de imagem
Para um perfil ser considerado descolado, o que ele deve ter obrigatoriamente?
Não mostrar sua foto na página inicial. Uma imagem criativa diz muito mais sobre você.
Que tipo de informação ou imagem jamais pode aparecer num perfil de rede social?
Sua foto ou da sua família. Além de ser perigoso, é muito íntimo. Dê preferência a imagens bonitas e criativas.
Leia mais notícias de Tecnologia
- josimar|12/10/2009boa tarde , eu queria saber como faço para evitar que pessoas fiquem espionando meu perfil do orkut eu me refiro ao invisiveis eles sabem que horas acesso e o que fez no perfil, e onde devo denunciar isso
16h22
- Aaron Binner|26/08/2009Ao redator desta matéria:
17h53
Aproveite e dance o créu em cima de uma garrafa, coloque as mãos na cabeça e reflita sobre a decadência da civilização ocidental.
´Tecnologia = Conhecimento´ Não use para sua degradação. - Aaron Binner|26/08/2009Artigo completamente idiota, o que de fato as pessoas querem????
17h49
A internet assim como a tecnologia está ai para ser utilizada de maneira cultural, como um ´ algo a mais´ na hora de uma dúvida por exemplo, e não para este tipo de decadência.
Como os advogados podem usar redes sociais online
POR ALEXANDRE ATHENIENSE
Começou, em Chicago, conferência internacional promovida pela American Bar Association para discutir uso da informática na advocacia. Cobertura para o site Consultor Jurídico é do advogado Alexandre Atheniense.
Teve início nesta quinta-feira (25/3), a conferência ABA Techshow 2010, organizada pela American Bar Association, maior entidade de classe da área jurídica no mundo. O objetivo desse encontro é discutir o uso da tecnologia aplicada à prática profissional da área jurídica.
O evento está na sua 24ª edição e este ano conta com a participação de 1.200 pessoas de diferentes países. O tema central do encontro é O uso das tecnologias para aprimorar sua prática na advocacia.
Nos três dias de evento acontecerão 58 palestras com a participação de 59 palestrantes e mais de 50 expositores. A tônica do primeiro dia de debates foram as redes sociais e seu uso corporativo.
Mais do que redes para se interagir socialmente e fazer amigos, as redes sociais hoje devem ser usadas para o networking, para divulgar a área de atuação e atrair clientes. Entre as palestras do programa estavam Como criar a sua presença online e Como gerenciar sua marca na internet.
A primeira palestra do dia foi ministrada pelas autoras do livro recém lançado Social Media for Lawyers Nicole Black e Carolyn Elefant. As autoras falaram sobre como criar um perfil e como os escritórios de advocacia podem interagir nas principais redes sociais existentes.
As Redes Sociais são sites de relacionamento que estão sendo utilizadas nos Estados Unidos para expandir o networking profissional, ao contrário do que acontece no Brasil, onde em regra a idéia de rede social está associado ao perfil mais jovem que utiliza o Orkut para interagir online.
É necessário que cada profissional que pense em marcar presença online nas redes sociais crie metas e execute esta idéia com uma determinada estratégia, pois caso contrário haverá um desperdício de tempo.
Um dado oferece uma idéia da popularidade atual das Redes Sociais: no primeiro semestre de 2010, foi o conteúdo que atraiu maior tráfico de acessos na internet, ultrapassando a pornografia que vinha sendo a líder de audiência durante vários anos.
Nos Estados Unidos, as Redes Sociais de maior destaque são Facebook, Linkedin e Twitter.
São sites onde acontece muita troca de informações e interatividade. Em regra, o Linkedin está sendo utilizado para os advogados divulgarem as suas áreas de atuação profissional, o Facebook para comunicar quais são as suas atividades pessoais e profissionais desempenhadas no momento, enquanto que o Twitter tem o objetivo de divulgar assuntos relacionados a pensamentos, idéias e conteúdos interessantes que podem ser úteis a terceiros.
O Blog também pode ser considerado uma forma de mídia social online, pois vem se tornando uma ferramenta de networking, embora nem sempre com a mesma intensidade de trocas de informação que as Redes Sociais.
Outros tipos de sites de Redes Sociais que estão em expansão nos Estados Unidos são serviços onde os advogados recebem referências de seus clientes sobre o perfil do seu desempenho profissional. É o caso do Avvo, RocketLawyer, Yelp e Justia.
Não existe ainda nas seccionais das Bar Associations dos estados americanos uma legislação sobre a ética em relação a publicação deste tipo de conteúdo, em decorrência da dificuldade de monitorar o conteúdo que está sendo publicado online.
É inegável que estamos vivendo em um novo cenário onde a referência publicada online tem um valor inestimável para formar o convencimento do público sobre o perfil de um profissional.
No Twitter, as palestrantes alertaram para a facilidade desta ferramenta para atrair mídia. Advertiram também que os usuários devem estar atentos para não tratar no microblog de assuntos apenas locais quando têm clientes em várias regiões do país.
Sobre o Facebook, foi destacada sua função mais social do que profissional em relação a outras redes sociais como o Linkedin.
No Linkedin, foi destacada a função de criação de grupos sobre um tema específico como forma de disseminar a informação, sejam elas áreas de atuação profissional, divulgação de eventos, etc.
Outro destaque do Linkedin é o apps para smartphones que têm uma interface mais fácil que a web. Além disso, foi abordada a forma de distribuir conteúdo de modo transparente para vários lugares e como monitorar e gerenciar sua reputação online. “Seus clientes já existentes serão mais informados, e os seus potenciais clientes serão mais impressionados.
Segundo a palestrante Nicole Black, “se os seus clientes já estao falando sobre você online, não seria interessante saber o que os seus clientes estão falando sobre voce?”.
No Brasil as redes sociais gozam de enorme interesse, embora a maioria dos conteúdos publicados até agora, não tenha despertado o interesse para utilização como uma fantástica ferramenta de networking profissional.
Esperamos que não exista uma regulamentação ética sobre este tema. O único instrumento legal que trata deste assunto é o Provimento 94 do Conselho Federal da OAB, que regulamenta as atividades profissionais online. Esperamos que a OAB não censure os advogados que se sentirem estimulados para criar sua presença online, de modo a limitar ou proibir a expansão de seu perfil profisional nas mídias sociais.
http://www.dnt.adv.br/noticias/oab/como-advogados-podem-usar-redes-sociais-online/
Começou, em Chicago, conferência internacional promovida pela American Bar Association para discutir uso da informática na advocacia. Cobertura para o site Consultor Jurídico é do advogado Alexandre Atheniense.
Teve início nesta quinta-feira (25/3), a conferência ABA Techshow 2010, organizada pela American Bar Association, maior entidade de classe da área jurídica no mundo. O objetivo desse encontro é discutir o uso da tecnologia aplicada à prática profissional da área jurídica.
O evento está na sua 24ª edição e este ano conta com a participação de 1.200 pessoas de diferentes países. O tema central do encontro é O uso das tecnologias para aprimorar sua prática na advocacia.
Nos três dias de evento acontecerão 58 palestras com a participação de 59 palestrantes e mais de 50 expositores. A tônica do primeiro dia de debates foram as redes sociais e seu uso corporativo.
Mais do que redes para se interagir socialmente e fazer amigos, as redes sociais hoje devem ser usadas para o networking, para divulgar a área de atuação e atrair clientes. Entre as palestras do programa estavam Como criar a sua presença online e Como gerenciar sua marca na internet.
A primeira palestra do dia foi ministrada pelas autoras do livro recém lançado Social Media for Lawyers Nicole Black e Carolyn Elefant. As autoras falaram sobre como criar um perfil e como os escritórios de advocacia podem interagir nas principais redes sociais existentes.
As Redes Sociais são sites de relacionamento que estão sendo utilizadas nos Estados Unidos para expandir o networking profissional, ao contrário do que acontece no Brasil, onde em regra a idéia de rede social está associado ao perfil mais jovem que utiliza o Orkut para interagir online.
É necessário que cada profissional que pense em marcar presença online nas redes sociais crie metas e execute esta idéia com uma determinada estratégia, pois caso contrário haverá um desperdício de tempo.
Um dado oferece uma idéia da popularidade atual das Redes Sociais: no primeiro semestre de 2010, foi o conteúdo que atraiu maior tráfico de acessos na internet, ultrapassando a pornografia que vinha sendo a líder de audiência durante vários anos.
Nos Estados Unidos, as Redes Sociais de maior destaque são Facebook, Linkedin e Twitter.
São sites onde acontece muita troca de informações e interatividade. Em regra, o Linkedin está sendo utilizado para os advogados divulgarem as suas áreas de atuação profissional, o Facebook para comunicar quais são as suas atividades pessoais e profissionais desempenhadas no momento, enquanto que o Twitter tem o objetivo de divulgar assuntos relacionados a pensamentos, idéias e conteúdos interessantes que podem ser úteis a terceiros.
O Blog também pode ser considerado uma forma de mídia social online, pois vem se tornando uma ferramenta de networking, embora nem sempre com a mesma intensidade de trocas de informação que as Redes Sociais.
Outros tipos de sites de Redes Sociais que estão em expansão nos Estados Unidos são serviços onde os advogados recebem referências de seus clientes sobre o perfil do seu desempenho profissional. É o caso do Avvo, RocketLawyer, Yelp e Justia.
Não existe ainda nas seccionais das Bar Associations dos estados americanos uma legislação sobre a ética em relação a publicação deste tipo de conteúdo, em decorrência da dificuldade de monitorar o conteúdo que está sendo publicado online.
É inegável que estamos vivendo em um novo cenário onde a referência publicada online tem um valor inestimável para formar o convencimento do público sobre o perfil de um profissional.
No Twitter, as palestrantes alertaram para a facilidade desta ferramenta para atrair mídia. Advertiram também que os usuários devem estar atentos para não tratar no microblog de assuntos apenas locais quando têm clientes em várias regiões do país.
Sobre o Facebook, foi destacada sua função mais social do que profissional em relação a outras redes sociais como o Linkedin.
No Linkedin, foi destacada a função de criação de grupos sobre um tema específico como forma de disseminar a informação, sejam elas áreas de atuação profissional, divulgação de eventos, etc.
Outro destaque do Linkedin é o apps para smartphones que têm uma interface mais fácil que a web. Além disso, foi abordada a forma de distribuir conteúdo de modo transparente para vários lugares e como monitorar e gerenciar sua reputação online. “Seus clientes já existentes serão mais informados, e os seus potenciais clientes serão mais impressionados.
Segundo a palestrante Nicole Black, “se os seus clientes já estao falando sobre você online, não seria interessante saber o que os seus clientes estão falando sobre voce?”.
No Brasil as redes sociais gozam de enorme interesse, embora a maioria dos conteúdos publicados até agora, não tenha despertado o interesse para utilização como uma fantástica ferramenta de networking profissional.
Esperamos que não exista uma regulamentação ética sobre este tema. O único instrumento legal que trata deste assunto é o Provimento 94 do Conselho Federal da OAB, que regulamenta as atividades profissionais online. Esperamos que a OAB não censure os advogados que se sentirem estimulados para criar sua presença online, de modo a limitar ou proibir a expansão de seu perfil profisional nas mídias sociais.
http://www.dnt.adv.br/noticias/oab/como-advogados-podem-usar-redes-sociais-online/
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