Quer gerar muitas entrevistas de emprego? Seja um mestre SEO.
Posted on agosto 18, 2010 by E-commerce Girl
É contador? Advogado? Secretária? Especialista em web?
Não importa.
Quer conseguir muitas entrevistas de emprego? então seja um mestre SEO
Não entendeu nada? Eu explico.
SEO é a sigla de Search Engine Optimization. Em português ele é conhecido como Otimização de Sites, MOB e Otimização para Buscas. O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. Para aparecer nas primeiras posições do Google entende?
O que isso tem haver com você?
Tenho notado que os head hunters e as empresas de recrutamento tem usado a “técnica de busca” para fazer a triagem inicial dos currículos.
Aconteceu comigo o seguinte fato.
Fui indicada para uma posição de Diretor de E-commerce por uma pessoa interna da empresa,o famoso QI, mas teria que enviar meu CV para uma consultoria de recrutamento.
Enviei.
Nada.
Semanas…
Meu amigo me ligou aborrecido perguntando se eu naõ estava interessada, já que não tinha enviado o CV !
Eu disse que tinha enviado há semanas!!
Ele ligou para o recrutamento e ouviu a seguinte resposta:
“Provavelmente o Cv dela não destacado na triagem pela busca de palavras chaves”, que no caso eram:
Comércio (não sei porque as empresas de recrutamento insistem que e-commerce é original do varejo e comércio e não de T.I.) ,
Negociação, Diretor e experiência.
No meu Cv as palavras similares , mas que o Engine de busca não destacou foram: Comercial, Business Direção, e “ 19 anos de vivencia em tecnologia”
Como meu currículo não tinha as 4 palavras mágicas ,eu não fui selecionada.
Isso parece explicar muita coisa não é?
Bom, já dizia o velho ditado: Não pode com eles? Aprenda alguns golpes com quem sabe! ( rs… essa versão é minha !)
Eu te proponho um teste:
Visite os sites das consultorias de recrutamento e selecione posições que você almeja. Compare os anúncios; eles não têm algumas palavras e expressões em comum? Faça um grupo de 20 palavras chaves ligadas as suas atividades e a sua experiência e que se repetem nos anuncios das consultorias ( só não vale mentir!) incorpore essas palavras no seu Mini currículo , nas cartas de apresentação e principalmente no resumo das competências do seu CV.
Clique aqui e veja o modelo de CV que a super Head Hunter Celia Spangher – www.maximconsultores.com.br (Blog: celiaspangher.wordpress.com ) diz que é matador e que chama atenção dos head hunters (porque vai direto aos finalmente).
Agora é só começar a responder aos anúncios das vagas e enviar os CVs para as posições que te interessam.
Esta descrente? Vamos lá, experimente! Parece aquelas correntes que a gente recebe por email dizendo – “Se você fizer..”x”…. receberá um email nas próximas 3 horas com boas noticias!”
Eu garanto – pelo menos 1 entrevista em 7 dias!
Aí na frente do entrevistador é por sua conta! Postura, verdade, carisma e uma historia profissional bacana certamente vão te levar para a próxima fase do processo.
Boa Sorte e Sucesso!
(Eu testei, funciona!)
Fonte: http://ecommercegirl.com/?p=1482
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Como conseguir um emprego através do Facebook
Escrito por: Claudia Valls
2 comentário(s)
Se você está a procura de um emprego, pergunte-se se já teclou todas as pesquisas possíveis. Deu uma olhada no Catho e/ou tornou o Linkedin sua pagina principal? Deixou acertada todas as combinações de palavras chave que podem remeter a um trabalho no Google Alert? Checou o Facebook?
Enquanto a gigante das redes é mais conhecida por provocar demissões, ela é, ao mesmo tempo, um grande e inexplorado campo de pesquisa quando se trata de “job hunting”. Com 500 milhões de usuários, o site tem o potencial de ser um dos maiores locais para este tipo de atividade. Mas, achar um emprego através do Facebook nada tem a ver com amolar amigos e escrever em seus news feed “desempregado e procurando trabalho – ajudem-me”. É muito mais sobre tornar a sua página um local de negócios e não de lamúrias.
Ao se juntar a grupos, manter-se atento aos updates dos amigos e ficar ligado em sua própria sua rede pode transformar o Facebook em um site que faz muito mais por você do que apenas o manter informado. Aqui vão cinco dicas para tornar o Facebook em mais um meio de pesquisa para se conseguir um emprego.
1 – Leia seus feeds - a americana Amanda Flahive é conhecida como a Diva dos detalhes na Sevans Strategy, uma empresa de relações públicas e consultoria de mídia de Chicago. Ela conseguiu seu trabalho através do Facebook. Apesar de conhecer Sarah Evans, CEO da companhia, desde a época da faculdade, Amanda e Sarah haviam perdido o contato, que foi retomado em um casamento. As duas se tornaram amigas no Facebook para continuarem a se falar. Um dia, Amanda, lendo seus news feeds, deu de cara com um anúncio que dizia “Mora em Chicago e é meticulosa? Estou procurando alguém para trabalhar trinta horas por semana, checando emails e marcando viagens. Mande um email para Jen (assistente de Sarah na época) para mais detalhes”. Amanda chegou a conclusão que não teria nada a perder, pois conhecia Sarah tanto pessoal quanto profissionalmente. Sarah a chamou para uma entrevista. As duas conversaram sobre cargos e Sarah contratou Amanda através de uma mensagem direta no Facebook. Alias, ela só anunciou a vaga de trabalho via Facebook e Twitter.
2 – Seja ativo em seus grupos – o desenvolvedor de web Enrico Bianco trabalha no Post Rank, mas encontrou seu trabalho anterior criando um aplicativo para a Canadian Society of Immigration Consultants, pelo simples fato de ter-se juntado ao grupo no Facebook. Bianco estava no meio de uma pesquisa de emprego, procurando mudar de área. À época, ele desenvolvia, basicamente, programas em Java e queria atuar em Ruby on Rails (um framework de desenvolvimento web). “Comecei a utilizar as redes sociais de forma agressiva, além de continuar procurando trabalho nos sites especializados”. Casualmente, encontrou um grupo no Facebook para a comunidade de Ruby on Rails de Toronto e deixou uma mensagem no fórum de discussão dizendo que tinha algo a oferecer, caso alguém estivesse a procura de um desenvolvedor deste framework. Mais tarde, ele recebeu a mensagem do adminitrador do sistema, que lhe pediu seu currículo, o que os levou a uma entrevista e, na seqüência, Bianco conseguiu o emprego. Enrico comenta que um dos motivos de sua admissão foi o fato de terem percebido o quão ele era ativo no grupo.
3 – “Curta” ou se torne “Amigo” das companhias com as quais gostaria de trabalhar - Sandra Aaron é uma planejadora de eventos que pretendia expandir seus horizontes, organizando luas de mel também. Logo notou que precisaria conhecer melhor a indústria de viagens e resolveu procurar uma vaga em uma agência. Sandra pesquisou várias companhias, mas a que mais lhe interessava exigia um mínimo de 20 anos de experiência no ramo, algo que ela não tinha. Um dia, lendo o status update da pagina da empresa no Facebook, verificou que estavam procurando conselheiros de viagem com experiência. Sem nada a perder, ela resolveu perguntar se alguma vez haviam trabalhado com planejadores de casamento. Poucas semanas depois, recebeu uma mensagem do marketing da empresa onde diziam que gostariam de enviar seu currículo para a pessoa certa. Moral da história: o general manager ficou tão bem impressionado que marcou uma entrevista. Atualmente, Sandra é uma contratada independente da companhia, coisa que não aconteceria se não estivesse de olho no Facebook.
4 – Participe de um concurso – Andrew Miller conseguiu seu estágio na Fast Horse, uma firma de marketing de Minneapolis, em um concurso do Facebook. A empresa anunciou que o novo estagiário seria aquele que conseguisse mais “Likes” em uma semana. Miller logo começou a trabalhar em sua “campanha”. “Eu tentei entrar em todas as redes sociais das quais fazia parte e escrevi a seguinte mensagem: ‘Se voce tiver uns minutos extras, poderia me ajudar a conseguir o estágio dos meus sonhos? Tudo o que precisam fazer é “curtir” a minha pagina”. Conseguiu 725 “Likes” e a vaga. Miller terminou seu período de três meses e teve seu estágio estendido por
mais três, o que leva a crer que logo será contratado.
5 – Inicie o dialogo - A Fast Horse, empresa que contratou Andrew Miller, acredita no Facebook para o processo de contratação, diz seu diretor de criação e cofundador Jorg Pierach. Quando a firma lançou sua página no Facebook, não pretendiam que o veiculo se tornasse meramente um megafone apregoando os feitos da companhia, mas sim como uma forma de interagir que candidatos em potencial, além de fazer uma espécie de entrevista digital. A companhia direciona os usuários que procuram por uma oportunidade para sua pagina no site para que seus funcionários possam compartilhar informações sobre a empresa, sua cultura e o que fazem.
Ao invés de currículos que desaparecem em alguma pilha de papéis, as empresas, agora, tem uma maneira de manterem contato com seus candidatos. A própria Fast Horse começou a fazer contratações desta forma. Pierach conta que há um ano e meio começaram a contratar alguns funcionários através das redes. “Os candidates iniciam o diálogo e, quando abre uma vaga para a posição do postulante, já temos uma boa idéia de quem pormos considera para o cargo”, finaliza.
Se você quer saber mais sobre redes sociais, frequente o nosso curso “Redes Sociais para Negócios”, que será ministrado em São Paulo e Rio de Janeiro.
http://www.idigo.com.br/blog/
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Se você está a procura de um emprego, pergunte-se se já teclou todas as pesquisas possíveis. Deu uma olhada no Catho e/ou tornou o Linkedin sua pagina principal? Deixou acertada todas as combinações de palavras chave que podem remeter a um trabalho no Google Alert? Checou o Facebook?
Enquanto a gigante das redes é mais conhecida por provocar demissões, ela é, ao mesmo tempo, um grande e inexplorado campo de pesquisa quando se trata de “job hunting”. Com 500 milhões de usuários, o site tem o potencial de ser um dos maiores locais para este tipo de atividade. Mas, achar um emprego através do Facebook nada tem a ver com amolar amigos e escrever em seus news feed “desempregado e procurando trabalho – ajudem-me”. É muito mais sobre tornar a sua página um local de negócios e não de lamúrias.
Ao se juntar a grupos, manter-se atento aos updates dos amigos e ficar ligado em sua própria sua rede pode transformar o Facebook em um site que faz muito mais por você do que apenas o manter informado. Aqui vão cinco dicas para tornar o Facebook em mais um meio de pesquisa para se conseguir um emprego.
1 – Leia seus feeds - a americana Amanda Flahive é conhecida como a Diva dos detalhes na Sevans Strategy, uma empresa de relações públicas e consultoria de mídia de Chicago. Ela conseguiu seu trabalho através do Facebook. Apesar de conhecer Sarah Evans, CEO da companhia, desde a época da faculdade, Amanda e Sarah haviam perdido o contato, que foi retomado em um casamento. As duas se tornaram amigas no Facebook para continuarem a se falar. Um dia, Amanda, lendo seus news feeds, deu de cara com um anúncio que dizia “Mora em Chicago e é meticulosa? Estou procurando alguém para trabalhar trinta horas por semana, checando emails e marcando viagens. Mande um email para Jen (assistente de Sarah na época) para mais detalhes”. Amanda chegou a conclusão que não teria nada a perder, pois conhecia Sarah tanto pessoal quanto profissionalmente. Sarah a chamou para uma entrevista. As duas conversaram sobre cargos e Sarah contratou Amanda através de uma mensagem direta no Facebook. Alias, ela só anunciou a vaga de trabalho via Facebook e Twitter.
2 – Seja ativo em seus grupos – o desenvolvedor de web Enrico Bianco trabalha no Post Rank, mas encontrou seu trabalho anterior criando um aplicativo para a Canadian Society of Immigration Consultants, pelo simples fato de ter-se juntado ao grupo no Facebook. Bianco estava no meio de uma pesquisa de emprego, procurando mudar de área. À época, ele desenvolvia, basicamente, programas em Java e queria atuar em Ruby on Rails (um framework de desenvolvimento web). “Comecei a utilizar as redes sociais de forma agressiva, além de continuar procurando trabalho nos sites especializados”. Casualmente, encontrou um grupo no Facebook para a comunidade de Ruby on Rails de Toronto e deixou uma mensagem no fórum de discussão dizendo que tinha algo a oferecer, caso alguém estivesse a procura de um desenvolvedor deste framework. Mais tarde, ele recebeu a mensagem do adminitrador do sistema, que lhe pediu seu currículo, o que os levou a uma entrevista e, na seqüência, Bianco conseguiu o emprego. Enrico comenta que um dos motivos de sua admissão foi o fato de terem percebido o quão ele era ativo no grupo.
3 – “Curta” ou se torne “Amigo” das companhias com as quais gostaria de trabalhar - Sandra Aaron é uma planejadora de eventos que pretendia expandir seus horizontes, organizando luas de mel também. Logo notou que precisaria conhecer melhor a indústria de viagens e resolveu procurar uma vaga em uma agência. Sandra pesquisou várias companhias, mas a que mais lhe interessava exigia um mínimo de 20 anos de experiência no ramo, algo que ela não tinha. Um dia, lendo o status update da pagina da empresa no Facebook, verificou que estavam procurando conselheiros de viagem com experiência. Sem nada a perder, ela resolveu perguntar se alguma vez haviam trabalhado com planejadores de casamento. Poucas semanas depois, recebeu uma mensagem do marketing da empresa onde diziam que gostariam de enviar seu currículo para a pessoa certa. Moral da história: o general manager ficou tão bem impressionado que marcou uma entrevista. Atualmente, Sandra é uma contratada independente da companhia, coisa que não aconteceria se não estivesse de olho no Facebook.
4 – Participe de um concurso – Andrew Miller conseguiu seu estágio na Fast Horse, uma firma de marketing de Minneapolis, em um concurso do Facebook. A empresa anunciou que o novo estagiário seria aquele que conseguisse mais “Likes” em uma semana. Miller logo começou a trabalhar em sua “campanha”. “Eu tentei entrar em todas as redes sociais das quais fazia parte e escrevi a seguinte mensagem: ‘Se voce tiver uns minutos extras, poderia me ajudar a conseguir o estágio dos meus sonhos? Tudo o que precisam fazer é “curtir” a minha pagina”. Conseguiu 725 “Likes” e a vaga. Miller terminou seu período de três meses e teve seu estágio estendido por
mais três, o que leva a crer que logo será contratado.
5 – Inicie o dialogo - A Fast Horse, empresa que contratou Andrew Miller, acredita no Facebook para o processo de contratação, diz seu diretor de criação e cofundador Jorg Pierach. Quando a firma lançou sua página no Facebook, não pretendiam que o veiculo se tornasse meramente um megafone apregoando os feitos da companhia, mas sim como uma forma de interagir que candidatos em potencial, além de fazer uma espécie de entrevista digital. A companhia direciona os usuários que procuram por uma oportunidade para sua pagina no site para que seus funcionários possam compartilhar informações sobre a empresa, sua cultura e o que fazem.
Ao invés de currículos que desaparecem em alguma pilha de papéis, as empresas, agora, tem uma maneira de manterem contato com seus candidatos. A própria Fast Horse começou a fazer contratações desta forma. Pierach conta que há um ano e meio começaram a contratar alguns funcionários através das redes. “Os candidates iniciam o diálogo e, quando abre uma vaga para a posição do postulante, já temos uma boa idéia de quem pormos considera para o cargo”, finaliza.
Se você quer saber mais sobre redes sociais, frequente o nosso curso “Redes Sociais para Negócios”, que será ministrado em São Paulo e Rio de Janeiro.
http://www.idigo.com.br/blog/
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