Bom dia!
Para que possamos atingir um número maior de munícipes, publico aqui a informação.
*Não localizei no sítio do TJSP o processo. O Caso de SC, que parece ser mais antigo não foi pesquisado por mim.
Abraços.
"Quem paga Zona Azul tem direito à segurança do carro 'Optando o Poder
Público pela cobrança de remuneração de estacionamentos em vias públicas
de uso comum do povo, tem o dever de vigiá-los, com responsabilidade pelos
danos ali ocorridos'. Assim, a empresa que administra a Zona Azul de São
Carlos, foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 18,5 mil ao
motorista Irineu Camargo de Souza de Itirapina/SP, que teve o carro
furtado quando ocupava uma das vagas do sistema de Zona Azul da cidade de
São Carlos, serviço explorado pela empresa.
A decisão é da 1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de São
Paulo confirmando sentença da comarca de Itirapina."
(Fonte: Revista Consultor Jurídico - O Estado de S. Paulo - Dever de Vigilância)
(http://empreendersa.com.br/noticia/Talon%C3%A1rio+de+Zona+Azul/181)
"Assim, a empresa Soil Serviços Técnicos e Consultoria de Santa
Catarina, foi condenada a pagar indenização no valor de R$ 8,5 mil
ao motorista Acácio Irineu Klemke, que teve o carro furtado quando
ocupava uma das vagas do sistema de Zona Azul da cidade de
Joinville - SC, serviço explorado pela empresa.
A decisão é da 1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça
de Santa Catarina confirmando sentença da comarca de Joinville.
Agora já existe jurisprudência!
Para se exercer a plena cidadania, é imprescindível a informação.
Repasse-a, oportunizando o conhecimento a outras pessoas.
Responsabilidade civil - furto em via pública - Zona Azul - TJSC
Data da Decisão:
23/11/2004
Apelação cível n. 2003.019568-8, de Joinville.
Relator Originário: Dionízio Jenczac.
Relator Designado: Des. Orli Rodrigues
RESPONSABILIDADE CIVIL - FURTO DE VEÍCULO EM VIA PÚBLICA - ZONA AZUL- ADMINISTRAÇÃO FEITA POR EMPRESA PERMISSIONÁRIA - RESTAÇÃO DE
SERVIÇO PÚBLICO - REMUNERAÇÃO FEITA POR MEIO DE TARIFAS - PERMISSÃO
BILATERAL - RESPONSABILIDADE OBJETIVA - ARTIGO 37, § 6º, DA CONSTITUIÇÃO
FEDERAL - PRESCINDIBILIDADE DE DEMONSTRAÇÃO DE CULPA - DANO E NEXO CAUSAL
CONFIGURADOS - DEVER DE RESSARCIR"
(fonte:http://www.via6.com/topico.php?tid=35345)
http://forum.jus.uol.com.br/176657/poder-publico-e-os-danos-em-zona-azul/
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Invista em você mesmo
Invista em você mesmo
“Um desempenho superior depende de um aprendizado superior.”
(Peter M. Senge)
Existe somente um você. Pense nisso. Seu rosto e traços, sua voz, seu estilo, suas características e peculiaridades, sua capacidade, seu sorriso, seu andar, seu aperto de mão, sua maneira de expressar-se, seu ponto de vista... Tudo o que se refere a você se encontra num único indivíduo, desde que o primeiro homem passou a existir - você.
Como é que isso faz você sentir-se?
Por quê? Porque o criador desejava que você fosse VOCÊ, só por isto! Ele desenhou você para ser uma pessoa única,
distinta, significativa, diferente dos demais indivíduos na face da Terra, através da vasta expansão do tempo. Em seu caso, como no caso de qualquer outro ser humano, o molde foi quebrado, para nunca ser usado de novo, uma vez que você entrou no fluxo da humanidade.
Você é você. Existe somente um você. E você é importante.
Deseja começar a sentir-se melhor? Quer sentir-se valorizado?
INVISTA EM VOCÊ!
Certas pessoas caem na chamada “armadilha da inteligência”. Isso acontece quando alguém acha que já sabe tudo e não precisa mais aprender. Na realidade, quanto mais aprendemos, mais percebemos como sabemos pouco.
(...)
Faça um exame de consciência de vez em quando e pergunte a si mesmo:
Tenho investido o bastante em mim mesmo?
Acredito que valha a pena investir em mim?
Tenho me aperfeiçoado profissionalmente, por minha própria conta?
Busco constantemente esse aperfeiçoamento?
Estou acomodado?
Invista em você, vale a pena.
O propósito do aprendizado é crescer, e nossas mentes, diferentes de nossos corpos, podem continuar crescendo durante toda a vida.
Daniel Carvalho Luz
Prof. Daniel de Carvalho Luz (Pessoas- Como se tornar um profissional
Classe A )
Executivo de recursos humanos e sistemas da qualidade, tendo atuado como alto executivo de empresas multinacinais como a Sachs-empresa da área automotiva. Professor de especialização e pós-graduação da FAAP, IQPC e UNOPAR, Universidade do Norte do Paraná. Atua como consultor de empresas sendo diretor da RH+ Positivo - Consultoria e Coaching, que desenvolve palestras treinamentos e consultorias, associada ao Frente&Verso Comunicação, que produz o Primeiro Programa.
Textos publicados por Daniel Carvalho Luz
E-mail: daniel@primeiroprograma.com.br
http://www.primeiroprograma.com.br/site/website/news/show.asp?nwsCode=E67CFDBA-B278-4599-A5DD-C3CC31D6D820
http://www.primeiroprograma.com.br/site/website/autor/default.asp?athCode=B108FEF3-FBDA-412B-B1F7-FB72380BBDA3
“Um desempenho superior depende de um aprendizado superior.”
(Peter M. Senge)
Existe somente um você. Pense nisso. Seu rosto e traços, sua voz, seu estilo, suas características e peculiaridades, sua capacidade, seu sorriso, seu andar, seu aperto de mão, sua maneira de expressar-se, seu ponto de vista... Tudo o que se refere a você se encontra num único indivíduo, desde que o primeiro homem passou a existir - você.
Como é que isso faz você sentir-se?
Por quê? Porque o criador desejava que você fosse VOCÊ, só por isto! Ele desenhou você para ser uma pessoa única,
distinta, significativa, diferente dos demais indivíduos na face da Terra, através da vasta expansão do tempo. Em seu caso, como no caso de qualquer outro ser humano, o molde foi quebrado, para nunca ser usado de novo, uma vez que você entrou no fluxo da humanidade.
Você é você. Existe somente um você. E você é importante.
Deseja começar a sentir-se melhor? Quer sentir-se valorizado?
INVISTA EM VOCÊ!
Certas pessoas caem na chamada “armadilha da inteligência”. Isso acontece quando alguém acha que já sabe tudo e não precisa mais aprender. Na realidade, quanto mais aprendemos, mais percebemos como sabemos pouco.
(...)
Faça um exame de consciência de vez em quando e pergunte a si mesmo:
Tenho investido o bastante em mim mesmo?
Acredito que valha a pena investir em mim?
Tenho me aperfeiçoado profissionalmente, por minha própria conta?
Busco constantemente esse aperfeiçoamento?
Estou acomodado?
Invista em você, vale a pena.
O propósito do aprendizado é crescer, e nossas mentes, diferentes de nossos corpos, podem continuar crescendo durante toda a vida.
Daniel Carvalho Luz
Prof. Daniel de Carvalho Luz (Pessoas- Como se tornar um profissional
Classe A )
Executivo de recursos humanos e sistemas da qualidade, tendo atuado como alto executivo de empresas multinacinais como a Sachs-empresa da área automotiva. Professor de especialização e pós-graduação da FAAP, IQPC e UNOPAR, Universidade do Norte do Paraná. Atua como consultor de empresas sendo diretor da RH+ Positivo - Consultoria e Coaching, que desenvolve palestras treinamentos e consultorias, associada ao Frente&Verso Comunicação, que produz o Primeiro Programa.
Textos publicados por Daniel Carvalho Luz
E-mail: daniel@primeiroprograma.com.br
http://www.primeiroprograma.com.br/site/website/news/show.asp?nwsCode=E67CFDBA-B278-4599-A5DD-C3CC31D6D820
http://www.primeiroprograma.com.br/site/website/autor/default.asp?athCode=B108FEF3-FBDA-412B-B1F7-FB72380BBDA3
domingo, 23 de janeiro de 2011
Ginástica para o cérebro.
O Supera Ginástica para o Cérebro é voltado para todas as pessoas a partir de 5 anos, sem limite de idade. O curso potencializa a capacidade cognitiva aumentando a criatividade, concentração, foco, raciocínio lógico, segurança, autoestima, perseverança, disciplina e coordenação motora. As aulas, ministradas uma vez por semana com duração de duas horas, são dinâmicas e contagiantes, com atividades que agradam todo tipo de público.
www.metodosupera.com.br
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Boa postura melhora "sensação de poder"
Novo estudo mostra que a maneira como nos sentamos e ficamos de pé pode afetar a forma como nos sentimos em relação a nós mesmos.
Pesquisadores da Kellogg School of Management at Northwestern University em Illinois constataram que universitários que assumiram uma postura mais "expansiva" – com os braços estendidos e uma perna casualmente cruzada sobre o joelho – tiveram melhor pontuação em variáveis que mediram a sensação de poder, o pensamento abstrato e a vontade de entrar em ação do que seus colegas que assumiram uma postura mais "constrita", com as mãos posicionadas embaixo das coxas, ombros caídos e pés bem juntos.
Em três experimentos diferentes, a equipe de pesquisa demonstrou que a postura física mais expansiva – especificamente, em posições que "abrem" o corpo, ocupando o espaço – pode provocar maior sensação de poder em um indivíduo, fazendo com que ele se sinta em uma posição hierárquica superior – como se fosse o patrão, por exemplo.
"Pesquisas anteriores demonstraram basicamente que existem diversas formas de fazer aumentar nossa sensação de poder", disse Li Huang, que está se preparando para um doutorado na universidade e um dos autores do estudo.
"Basicamente, constatamos que a postura, e não o papel desempenhado por um indivíduo, é o fator que determina se o mesmo está pronto ou não para entrar em ação", disse Huang.
Segundo dados do estudo, publicado na edição de janeiro da revista especializada Psychological Science, a vontade de agir e a habilidade de pensar de forma abstrata são critérios estabelecidos em pesquisas para calcular o poder.
O estudo
Entre 57 e 77 homens e mulheres participaram de cada um dos experimentos. Huang diz que, no geral, os resultados foram bastante semelhantes para os dois sexos.
Os participantes do estudo tiveram de assumir, aleatoriamente, a função de empregador ou empregado antes de participar de diversas atividades. Eles foram informados que deveriam dar ou seguir instruções nas posições de patrão ou empregado, respectivamente, ao mesmo tempo em que tentariam solucionar um problema. O impacto da função versus postura foi então calculado em uma série de outras atividades.
Em um dos experimentos, os participantes foram colocados em posturas expansivas e constritas, em seguida tiveram de completar fragmentos de sete palavras com a primeira palavra que tivessem em mente. Eles foram pontuados somente pelas palavras relacionadas ao poder. Aqueles que foram colocados em posturas expansivas antes do teste obtiveram pontuação mais alta.
Em outro experimento, os participantes tiveram de decidir entre tirar ou não uma carta em uma partida de blackjack e tiveram de identificar objetos parcialmente escondidos em gravuras fragmentadas. O ato de tirar uma carta foi pontuado como a vontade de agir. A identificação de objetos escondidos foi uma medida do pensamento abstrato. Nos dois casos, aqueles que assumiram uma postura expansiva obtiveram melhor pontuação.
Em um terceiro experimento, os participantes tiveram de se lembrar de uma ocasião na qual estavam em situação de controle ou de um incidente no qual estavam submetidos ao controle de alguém. Em seguida, eles tiveram de decidir se entrariam ou não em ação em três cenários diferentes - dentre eles, deixar o local de uma queda de avião em busca de ajuda ou juntar-se a um movimento para libertar alguém de uma encarceramento injusto. Embora as lembranças de situações de poder ou subordinação não tenham tido efeito significativo nas escolhas dos participantes, os pesquisadores constataram que aqueles que assumiram uma postura mais expansiva mais uma vez foram mais propensos a entrar em ação.
O estudo mostra que, tanto no caso de seres humanos como de animais, a expansividade corporal parece ser evolucionariamente inerente ao poder, tendo assim um forte efeito no comportamento.
"Nossa tendência é pensar que o poder está baseado no papel de um indivíduo na sociedade ou em uma organização. O mais fascinante nestes resultados sobre a relação postura e poder em comparação à posição de poder de um indivíduo é que a postura tem um impacto muito maior sobre o poder psicológico", disse Amy J.C. Cuddy, professora assistente da Harvard Business School.
"Essa constatação e bem impactante", complementou a professora, que também ministra um curso sobre poder psicológico, persuasão e influência na Harvard e também já realizou uma pesquisa sobre os efeitos da postura.
Sua pesquisa, citada no estudo, demonstrou que as posturas de poder alteram funções do sistema endócrino. Ela diz que os níveis de testosterona subiram tanto nos homens quanto nas mulheres, enquanto que o nível de cortisol (o hormônio do estresse) caiu depois que os participantes foram colocados em posturas "expansivas".
"Não estamos tentando criar machos alfa ou Gordon Gekkos", disse Cuddy, referindo-se ao agressivo protagonista de filme Wall Street. "Ir a uma entrevista e tentar dominar a situação, ou deferir o tempo todo, não é uma atitude recomendável. Em situações como essa, o esperado é que o candidato mostre autoconfiança e entusiasmo", ela explicou.
Com os dados do novo estudo em mãos, pode ser que gerentes frustrados com o cargo assumido ou pessoas em busca de emprego queiram melhorar a postura antes de se candidatar a um novo emprego nestes tempos de vacas magras.
Cuddy diz: "A postura é uma solução simples e elegante de aumentar a sensação de poder".
Fonte: IG
Fonte: http://www.facafisioterapia.net/2011/01/boa-postura-melhora-sensacao-de-poder.html
Pesquisadores da Kellogg School of Management at Northwestern University em Illinois constataram que universitários que assumiram uma postura mais "expansiva" – com os braços estendidos e uma perna casualmente cruzada sobre o joelho – tiveram melhor pontuação em variáveis que mediram a sensação de poder, o pensamento abstrato e a vontade de entrar em ação do que seus colegas que assumiram uma postura mais "constrita", com as mãos posicionadas embaixo das coxas, ombros caídos e pés bem juntos.
Em três experimentos diferentes, a equipe de pesquisa demonstrou que a postura física mais expansiva – especificamente, em posições que "abrem" o corpo, ocupando o espaço – pode provocar maior sensação de poder em um indivíduo, fazendo com que ele se sinta em uma posição hierárquica superior – como se fosse o patrão, por exemplo.
"Pesquisas anteriores demonstraram basicamente que existem diversas formas de fazer aumentar nossa sensação de poder", disse Li Huang, que está se preparando para um doutorado na universidade e um dos autores do estudo.
"Basicamente, constatamos que a postura, e não o papel desempenhado por um indivíduo, é o fator que determina se o mesmo está pronto ou não para entrar em ação", disse Huang.
Segundo dados do estudo, publicado na edição de janeiro da revista especializada Psychological Science, a vontade de agir e a habilidade de pensar de forma abstrata são critérios estabelecidos em pesquisas para calcular o poder.
O estudo
Entre 57 e 77 homens e mulheres participaram de cada um dos experimentos. Huang diz que, no geral, os resultados foram bastante semelhantes para os dois sexos.
Os participantes do estudo tiveram de assumir, aleatoriamente, a função de empregador ou empregado antes de participar de diversas atividades. Eles foram informados que deveriam dar ou seguir instruções nas posições de patrão ou empregado, respectivamente, ao mesmo tempo em que tentariam solucionar um problema. O impacto da função versus postura foi então calculado em uma série de outras atividades.
Em um dos experimentos, os participantes foram colocados em posturas expansivas e constritas, em seguida tiveram de completar fragmentos de sete palavras com a primeira palavra que tivessem em mente. Eles foram pontuados somente pelas palavras relacionadas ao poder. Aqueles que foram colocados em posturas expansivas antes do teste obtiveram pontuação mais alta.
Em outro experimento, os participantes tiveram de decidir entre tirar ou não uma carta em uma partida de blackjack e tiveram de identificar objetos parcialmente escondidos em gravuras fragmentadas. O ato de tirar uma carta foi pontuado como a vontade de agir. A identificação de objetos escondidos foi uma medida do pensamento abstrato. Nos dois casos, aqueles que assumiram uma postura expansiva obtiveram melhor pontuação.
Em um terceiro experimento, os participantes tiveram de se lembrar de uma ocasião na qual estavam em situação de controle ou de um incidente no qual estavam submetidos ao controle de alguém. Em seguida, eles tiveram de decidir se entrariam ou não em ação em três cenários diferentes - dentre eles, deixar o local de uma queda de avião em busca de ajuda ou juntar-se a um movimento para libertar alguém de uma encarceramento injusto. Embora as lembranças de situações de poder ou subordinação não tenham tido efeito significativo nas escolhas dos participantes, os pesquisadores constataram que aqueles que assumiram uma postura mais expansiva mais uma vez foram mais propensos a entrar em ação.
O estudo mostra que, tanto no caso de seres humanos como de animais, a expansividade corporal parece ser evolucionariamente inerente ao poder, tendo assim um forte efeito no comportamento.
"Nossa tendência é pensar que o poder está baseado no papel de um indivíduo na sociedade ou em uma organização. O mais fascinante nestes resultados sobre a relação postura e poder em comparação à posição de poder de um indivíduo é que a postura tem um impacto muito maior sobre o poder psicológico", disse Amy J.C. Cuddy, professora assistente da Harvard Business School.
"Essa constatação e bem impactante", complementou a professora, que também ministra um curso sobre poder psicológico, persuasão e influência na Harvard e também já realizou uma pesquisa sobre os efeitos da postura.
Sua pesquisa, citada no estudo, demonstrou que as posturas de poder alteram funções do sistema endócrino. Ela diz que os níveis de testosterona subiram tanto nos homens quanto nas mulheres, enquanto que o nível de cortisol (o hormônio do estresse) caiu depois que os participantes foram colocados em posturas "expansivas".
"Não estamos tentando criar machos alfa ou Gordon Gekkos", disse Cuddy, referindo-se ao agressivo protagonista de filme Wall Street. "Ir a uma entrevista e tentar dominar a situação, ou deferir o tempo todo, não é uma atitude recomendável. Em situações como essa, o esperado é que o candidato mostre autoconfiança e entusiasmo", ela explicou.
Com os dados do novo estudo em mãos, pode ser que gerentes frustrados com o cargo assumido ou pessoas em busca de emprego queiram melhorar a postura antes de se candidatar a um novo emprego nestes tempos de vacas magras.
Cuddy diz: "A postura é uma solução simples e elegante de aumentar a sensação de poder".
Fonte: IG
Fonte: http://www.facafisioterapia.net/2011/01/boa-postura-melhora-sensacao-de-poder.html
Água e envelhecimento
Por: Arnaldo Lichtenstein
Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
“Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?”
Alguns arriscam: “Tumor na cabeça”.
“Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?”
Alguns arriscam: “Tumor na cabeça”.
Eu digo: “Não”.
Outros apostam: “Mal de Alzheimer”.
Respondo, novamente: “Não”.
A cada negativa a turma espanta-se.
E ficam ainda mais boquiabertos quando enumero as causas: “Diabetes descontrolado; infecção urinária; desidratação”.
A família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa. Parece brincadeira,
mas não é.
Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos. Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos (”batedeira”), angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: Não é brincadeira.
Ao nascermos, 90% do nosso corpo é constituído de água.
Na adolescência, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%.
Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.. Portanto, de saída, os idosos têm menor reserva hídrica.
Mas há outro complicador. Explico:
Nós temos sensores de água em várias partes do organismo. São eles que verificam a adequação do nível. Quando ele cai, aciona-se automaticamente um “alarme”.
Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigênio e de sais minerais em nossas artérias e veias.
Por isso, o corpo “pede” água.
A informação é passada ao cérebro, a gente sente sede e sai em busca de líquidos.
Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes.
Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes.
A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas.
Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água.
Conclusão:
Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água.
Conclusão:
Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas, como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol. Basta o dia estar quente – e o verão sempre vem aí – ou a umidade do ar baixar muito – como tem sido comum nos últimos meses.
Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor. Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa.
Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
Por isso, aqui vão dois alertas.
Por isso, aqui vão dois alertas.
O primeiro é para vovós e vovôs:
Tornem voluntário o hábito de beber líquidos.
Bebam toda vez que houver uma oportunidade.
Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam.
O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro.
Lembrem-se disso!
Meu segundo alerta é para os familiares:
Ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Lembrem-lhes de que isso é vital.
Ao mesmo tempo, fiquem atentos.
Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção.
É quase certo que esses sintomas sejam decorrentes de desidratação.
Líquido neles e rápido para um serviço médico.
(*) Texto de Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
(*) Texto de Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
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